Brasil

Dilma veta mudança na aposentadoria compulsória

Na justificativa para o veto, o governo afirma que a aposentadoria de servidores públicos da União é tema de iniciativa privativa do presidente


	Dilma Rousseff: texto que alterava o limite de idade para aposentadoria compulsória dos servidores públicos de 70 para 75 foi aprovado na Câmara e no Senado
 (Handout / Getty Images)

Dilma Rousseff: texto que alterava o limite de idade para aposentadoria compulsória dos servidores públicos de 70 para 75 foi aprovado na Câmara e no Senado (Handout / Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de outubro de 2015 às 07h56.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - A presidente Dilma Rousseff vetou o projeto de lei que previa a aposentadoria compulsória de servidores públicos aos 75 anos, informou o Diário Oficial da União nesta sexta-feira.

Na justificativa para o veto, o governo afirma que a aposentadoria de servidores públicos da União é tema de iniciativa privativa do presidente, o que significa que o projeto de lei complementar contraria a Constituição.

O texto que alterava o limite de idade para aposentadoria compulsória dos servidores públicos de 70 para 75 foi aprovado na Câmara e no Senado após a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição também este ano que autorizou a mesma mudança para ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União.

Apesar do argumento de inconstitucionalidade apresentado para o veto, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu neste mês que a possível sanção do projeto por Dilma não infringiria a Constituição, de acordo com o site Consultor Jurídico.

Acompanhe tudo sobre:Dilma RousseffPersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilAposentadoriaGoverno

Mais de Brasil

Auxílio-reclusão: entenda o que é o benefício e o que mudou com a Lei Antifacção

Voo com 85 brasileiros deportados dos EUA chega a Minas Gerais

Falta de engenheiros pode travar projetos de infraestrutura no Brasil, diz superintendente do BNDES

Lula terá dificuldades no Congresso em 2027 com maioria de centro-direita, diz estudo