Brasil

Contraprova confirma 1º caso de coronavírus no Brasil, diz fonte

O paciente é um homem, de 61 anos, que esteve na Itália e passou pelo hospital Albert Einstein em São Paulo

Coronavírus: Brasil tem primeiro caso confirmado (Adriano Machado/Reuters)

Coronavírus: Brasil tem primeiro caso confirmado (Adriano Machado/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 26 de fevereiro de 2020 às 08h31.

Última atualização em 26 de fevereiro de 2020 às 09h59.

Brasília — Uma contraprova realizada pelo governo brasileiro confirmou o primeiro caso do novo coronavírus no Brasil e na América Latina, disse uma fonte à agência de notícias Reuters nesta quarta-feira (26), depois de o hospital Albert Einstein ter informado a possível infecção, em São Paulo, de um homem de 61 anos que esteve na Itália.

O Ministério da Saúde se recusou a comentar sobre o resultado do teste antes de uma coletiva de imprensa prevista para esta quarta.

A fonte familiarizada com o assunto falou sob condição de anonimato porque o governo ainda não anunciou o resultado do teste.

O ministério informou em um comunicado na noite de terça-feira (25) que estava monitorando o caso de um morador de São Paulo que havia viajado para a região da Lombardia, no norte da Itália, de 9 a 21 de fevereiro, e que apresentava sintomas compatíveis com a doença.

O Hospital Albert Einstein informou em um comunicado que o homem teve resultado positivo para um exame de PCR na segunda-feira e notificou a Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo.

Acredita-se que a origem do novo coronavírus tenha sido em um mercado da cidade chinesa de Wuhan no fim do ano passado. A doença já infectou cerca de 80 mil pessoas e matou mais de 2.700, a maioria na China.

Acompanhe tudo sobre:EpidemiasBrasilCoronavírus

Mais de Brasil

Toffoli nega recebimento de valores e relação de amizade com Vorcaro

Anvisa determina recolhimento de fórmula infantil da Nestlé

Participação das construtoras em leilões crescerá naturalmente, diz Sinicon

Brasil vive alerta amarelo por escassez de engenheiros, diz diretor da Sinicon