Brasil

Aeroportuários do Galeão decidem aderir à greve nacional

De acordo com o diretor do Sina, Ademir Lima Oliveira, responsável pela mobilização no estado, apenas o setor do pátio do Galeão ficou paralisado

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 31 de julho de 2013 às 21h00.

Priorizar nos meus resultados Google

Rio de Janeiro - Os aeroportuários que trabalham no aeroporto do Galeão decidiram em assembleia hoje (31) aderir à greve nacional a partir de amanhã (1º).

Às 6h, o grupo fará uma caminhada até a sede da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A categoria reivindica melhores condições de trabalho e reajuste salarial. Hoje (31), os trabalhadores fizeram operação padrão nos aeroportos da cidade.

De acordo com o diretor do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina), Ademir Lima Oliveira, responsável pela mobilização no estado, apenas o setor do pátio do Galeão ficou paralisado.

"O único setor que realmente paralisou hoje foi o pátio, onde os funcionários fazem a colocação de passarela para o embarque e desembarque de passageiros. Temos a expectativa que todos entrem em greve amanhã", disse.

Segundo o sindicalista e técnico de informações aeronáuticas, Antônio Luiz Morgado, que trabalha no Santos Dumont, a operação padrão no aeroporto deve prosseguir. "Continuaremos participando da greve nacional por meio operações padrões, ou seja, fazer exatamente o nosso trabalho, sem nenhuma concessão para facilitar para a empresa".

Durante o dia, a Infraero informou que as atividades nos aeroportos não foram afetadas.

Os aeroportuários reivindicam reajuste salarial acima da inflação e a manutenção de benefícios na área de saúde previstos no acordo coletivo. Em nota, a Infraero informou que respeita a manifestação dos empregados e que está negociando com o sindicato da categoria um acordo coletivo que atenda aos interesses dos funcionários e da empresa.

Por causa da greve dos aeroportuários, a Infraero acionou o plano de contigenciamento, com o remanejamento de funcionários para atuar nos horários com maior fluxo de passageiros e voos, em seis aeroportos, entre eles o Galeão (RJ).

Acompanhe tudo sobre:Setor de transporteEstatais brasileirasEmpresas estataisServiçosAviaçãoTransportesAeroportosInfraeroGrevesDireitos trabalhistas

Mais de Brasil

Por que Lula decidiu não responder a Trump após acusação de fraude na eleição brasileira

União Brasil e PP anunciam apoio à reeleição de Davi Alcolumbre no Senado

Tarcísio reconhece vitória de Lula e diz que 'eleição passou e Brasil continua'

Flávio Bolsonaro está a caminho da Flórida, diz autoridade dos EUA à Reuters