Tecnologia

EUA: reguladores de concorrência investigam OS Android, da Google

Comissão reprova a prioridade dada pela Google aos serviços desenvolvidos por seus meios na plataforma Android

androidfalha (Flickr / Via Photopin.com)

androidfalha (Flickr / Via Photopin.com)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de setembro de 2015 às 06h04.

Priorizar nos meus resultados Google

A Comissão Federal de Comércio americano (FTC, na sigla em inglês) lançou uma investigação contra a Google, suspeita de embarreirar a concorrência em seu sistema operacional Android, implantado nas várias marcas de smartphones, informou nesta sexta-feira o serviço de notícias econômicas Bloomberg.

A Comissão chegou a um acordo com o departamento de Justiça dos Estados Unidos para ficar a cargo de um procedimento sobre o tema e já se reuniu com os responsáveis do grupo americano, informou a agência, citando fontes próximas ao caso.

A FTC reprova a prioridade dada pela Google aos serviços desenvolvidos por seus meios na plataforma Android, disse a Bloomberg, acrescentando que a investigação está no começo e pode resultar em uma acusação.

Não é a primeira vez que a FTC investiga a companhia, já que suspeitou que a Google privilegia seus próprios serviços (vídeos do Youtube, viajes, opiniões sobre restaurantes) nas ferramentas de busca propostas aos internautas. A FTC concluiu esse caso em 2013 em troca de um compromisso de boa conduta por parte do gigante tecnológico.

Procurados pela AFP, tanto a Google como a Comissão se negaram a comentar o caso. "As investigações da FTC não são públicas e não comentaremos sobre uma investigação ou a existência de uma investigação", disse um porta-voz da FTC.

 

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas de internetEmpresas americanasempresas-de-tecnologiaGoogleTecnologia da informaçãoINFO

Mais de Tecnologia

iPhone Duo vale a pena? Veja 5 pontos se está avaliando a compra

iPhone Duo de R$ 22 mil: o que o primeiro dobrável da Apple oferece?

Starlink, fibra ou 5G: qual conexão vale a pena contratar para casa?

O calcanhar de aquiles da IA na indústria: 43% usam agentes, mas só 4% exigem aprovação humana