Apple, Spotify e Facebook, cada vez mais competitivas, divulgam resultados

Com expansão dos negócios das gigantes de tecnologia, cada vez mais as empresas competem umas com as outras

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O mercado recebe nesta quarta-feira, 28, os resultados de Facebook, Apple e Spotify — três empresas que têm produtos diferentes, mas estão cada vez mais parecidas.

Com as mudanças recentes do mercado de tecnologia, os negócios dessas companhias passam a se interlaçar. Na última semana, a Apple, ancorada na dominância que mantém no mercado de smartphones, lançou um modelo de assinaturas para criadores de podcasts em sua plataforma de áudio.

É mais uma entrada da fabricante no mercado de áudio, onde já disputava com o Spotify, através do Apple Music. O avanço sobre os podcasts é um campo que o Spotify domina há algum tempo e que a empresa tem entrado com expansão forte nos últimos meses, em que traduziu o aplicativo em 26 novos idiomas e lançou o serviço em 80 novos países.

O Facebook também aposta em iniciativas de áudio e um novo app do grupo deve surgir no horizonte nos próximos meses, na esteira da febre em torno de serviços como Clubhouse. Recentemente, o Twitter integrou uma interação semelhante à do app e o Spotify comprou um aplicativo concorrente para entrar na disputa por salas de áudio.

Em meio ao mercado mais competitivo, as preocupações com os números se mantém. No Spotify, é sobre número de assinantes, que a exemplo da Netflix, disparou durante a pandemia, de 155 milhões para 345 milhões. Manter o ritmo de crescimento, e aumentar o faturamento publicitário, estão entre as principais métricas que investidores irão acompanhar.

Na Apple, o número de assinantes se reflete nos números do setor de serviços, uma das principais ambições da Apple e que tem ficado mais evidente com lançamentos e anúncios recentes. A empresa, cada vez mais, cria um ecossistema para manter seus usuários e fornecer bens e serviços que funcionam com pouca ou nenhuma fricção. A última linha de iPhones 12, lançada no final do ano passado, foi bem recebida e deve apontar um faturamento com alta de 32% ante o ano anterior.

Já o Facebook, que continua pressionado por legisladores e consumidores, deve apresentar faturamento em torno de 25,6 bilhões de dólares. Analistas devem questionar a empresa sobre o fim do identificador nos smartphones da Apple, uma ferramenta essencial para a publicidade do Facebook, e também sobre os planos de faturamento nos apps de mensagem.

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