Tecnologia

Apple confirma que tatuagens são um problema para o Apple Watch

A tinta impede que o leitor de batimentos cardiacos consiga atravessar a pele do usuário

apple watch tatuagem (Reuters)

apple watch tatuagem (Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 1 de maio de 2015 às 09h34.

Priorizar nos meus resultados Google

Em uma atualização na página de suporte do aparelho, a Apple reconheceu que o Apple Watch pode não funcionar corretamente em usuários com tatuagens.

Para funcionar, o monitor de batimentos cardíacos do relógio dispara uma luz infravermelha ou verde através da pele do usuário. Mas as tatuagens podem interferir nesse processo, impedindo que o Watch consiga fazer uma leitura precisa.

“Mudanças permanentes e temporárias na sua pele, como tatuagens, podem interferir no desempenho do sensor de batimentos cardíacos”, afirma a empresa.

“A tinta, padrões e saturação de algumas tatuagens podem bloquear a luz do sensor, complicando a realização de leituras confiáveis”, continua a página de suporte.

A descrição do problema feita pela Apple é vaga sobre quais tipos de tatuagens são (ou não) um problema. Até agora, donos do relógio com tatuagens mais escuras são os que mais relatam defeitos, o que corrobora a ideia de que a luz não consegue ler os batimentos desses usuários.

Mas o problema não se restringe apenas aos batimentos cardíacos. A Apple também usa esses sensores para detectar quando o relógio foi retirado do pulso de uma pessoa. Quando o relógio não está sendo vestido, ele não recebe notificações e trava.

Até agora, as soluções para o problema descritas em fóruns como o Reddit removem algumas das funcionalidades e ferramentas de segurança do relógio.

Acompanhe tudo sobre:Apple WatchRelógios inteligentesINFO

Mais de Tecnologia

China lança plano para apoiar 10 mil novas empresas de inteligência artificial

Coreia do Sul cria plano para manter China em segundo lugar na corrida por chips de memória até 2028

Como se preparar para o iOS 27: backup, espaço e o que fazer antes da atualização

Game Pass: o que muda com o limite de horas na nuvem do Xbox?