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Edição genética poderá tratar doenças hoje incuráveis

Para a bioquímica Jennifer Doudna, uma das criadoras da tecnologia de edição de genes, a nova técnica pode corrigir a herança genética das pessoas

A bioquímica americana Jennifer Doudna, da Universidade da Califórnia em Berkeley (Nick Otto/The Washington Post/Getty Images)

A bioquímica americana Jennifer Doudna, da Universidade da Califórnia em Berkeley (Nick Otto/The Washington Post/Getty Images)

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Flávia Furlan

Publicado em 16 de novembro de 2017 às 13h05.

Última atualização em 16 de novembro de 2017 às 13h09.

A curiosidade científica levou o ser humano a descobrir uma forma de editar sua herança genética. A bioquímica americana Jennifer Doudna, da Universidade da Califórnia em Berkeley, cientista que desenvolveu a tecnologia de edição de gene — em parceria com a microbiologista Emmanuelle Charpentier, do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano, da Alemanha —, diz que a técnica vai ajudar a tratar ou curar doenças. Certamente vamos viver mais com isso. Mas viveremos para sempre? “Não sabemos o suficiente sobre o genoma humano para responder com confiança a essa pergunta ainda”, diz.

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