Méliuz, de cashback, entra com pedido de IPO para ampliar negócio

Criada em 2011 por Israel Salmen e Ofli Guimarães, a startup se tornou conhecida por oferecer aos consumidores uma parte do valor gasto nas compras de volta

Mais uma startup brasileira entrou com pedido na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para abrir o capital. Além da Enjoei e da Housi, a startup mineira Méliuz também deu entrada no processo de IPO na terça-feira, 1º.

A empresa, fundada em 2011 por Israel Salmen e Ofli Guimarães, se tornou conhecida por oferecer de volta aos consumidores uma parte do valor gasto nas compras no site de parceiros, como Magazine Luiza, Hotel Urbano e Burguer King. Hoje, são cerca de 10 milhões de usuários usando seus cupons de descontos e o programa de cashback.

Em 2019, a empresa lançou também seu primeiro cartão de crédito em parceria com o banco Pan. O produto, que pode ser administrado pelo aplicativo, não tem anuidade e garante 0,8% de cashback em cada compra feita com ele. Nas compras feitas em lojas parcerias, o valor devolvido é de 1,8% por transação.

No documento apresentado à CVM, a startup afirma que pretende utilizar os recursos levantados com a oferta primária de ações para ampliar sua participação nos mercados em que já atua (marketplace e serviços financeiros) e também para potenciais aquisições de empresas consideradas estratégicas para os sócios. 

Para expandir sua participação, a empresa afirma que vai contratar mais pessoas para os times de produto e tecnologia da empresa, lançar novos produtos e funcionalidades dentro de sua plataforma e abrir mais contas do cartão Méliuz por meio de campanhas de marketing para aquisição de clientes. 

A startup alega que não pode prever quando fará o lançamento dos eventuais novos produtos e as potenciais aquisições, mas afirma que monitora constantemente o mercado e as oportunidades dentro do seu setor de atuação. O banco Itaú BBA é o coordenador líder da oferta, que também conta com a participação do BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da EXAME), do Bradesco BBI e da XP Investimentos.

O documento com as informações sobre o pedido não estava disponível no site da CVM até hoje pela tarde. Quando questionada sobre o porquê, a empresa disse que não poderia comentar.

 

 

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