Apresentado por PEUGEOT

A voz do empreendedor: a importância de escolher o veículo certo

Conversamos com novatos e experientes no mundo empresarial para entender suas necessidades e ouvir suas recomendações quando o assunto é transporte de carga
 (Mariana Pekin/Divulgação)
(Mariana Pekin/Divulgação)
A
Abril Branded ContentPublicado em 30/11/2017 às 10:40.

Há pouco mais de um ano, Airton Daikuzono decidiu que era hora de colocar o seu talento no preparo de pratos da culinária japonesa a serviço de um empreendimento próprio. Abriu, então, uma pequena empresa que fornece bandejas de sushis e temakis para vários mercados na Grande São Paulo. Durante sete meses, ele manteve uma árdua jornada de trabalho dupla, até que, ao sentir firmeza no terreno que estava desbravando, pediu as contas no restaurante em que trabalhava e passou a cuidar exclusivamente do seu próprio negócio.

Empreendimentos dos mais variados tipos, assim como acontece no caso de Daikuzono, demandam a entrega de produtos ou o deslocamento de equipamentos para a realização de serviços. Seja qual for o caso, tanto o veículo em si como os custos que ele naturalmente gera requisitam a atenção dos empreendedores. Diante disso, conversamos com alguns deles que vivenciam essas questões em seu cotidiano.

Por enquanto, toda a produção de Daikuzono é feita em sua casa, localizada em Osasco, durante a noite. E ele mesmo se encarrega de fazer as entregas, na manhã seguinte, utilizando o seu carro de passeio. Por dia, em média, ele roda cerca de 60 quilômetros. “Meu sedã é muito gastão”, brinca, expondo logo a sua principal queixa quanto ao veículo. “Isso sem contar que o intervalo entre as revisões, que antes era de aproximadamente um ano, agora acontece em apenas quatro meses, já que eu rodo bastante.” Sua atual prioridade é encontrar um local maior para instalar a empresa e ampliar sua produção para, depois, pensar na aquisição de um veículo apropriado para entregas – que, principalmente, tenha um consumo de combustível mais razoável.

Expert: novo lançamento da Peugeot renova mercado de utilitários (Mariana Pekin/Abril Branded Content)

A bordo de uma Peugeot Expert, utilitário recém-lançado pela montadora francesa, Daikuzono desfrutaria o motor diesel BlueHDi 1.6, único da categoria no Brasil que atende à norma Euro 6, e rodaria em média 11,4 quilômetros com 1 litro de diesel. Considerando uma rodagem de 1 500 quilômetros mensais, seu gasto médio com combustível seria de 412,17 reais por mês (considerando 3,132 reais o litro preço médio do diesel na cidade de São Paulo, segundo o site da ANP, entre 15 e 21 de outubro). Em relação ao seu veículo atual, que segundo o fabricante tem um consumo de 10,6 quilômetros por litro com gasolina (preço médio da gasolina comum, segundo a ANP, de 3,661 reais o litro), seria uma diferença de 105,86 reais mensais apenas nos gastos com combustível – nada menos que 1 270,32 reais em um ano.

Empurrão indesejado

Já o caminho trilhado por Denis Mello foi mais complicado, vindo de uma situação totalmente alheia à sua vontade. Funcionário de uma grande montadora de automóveis por mais de uma década, acabou demitido no começo de 2016 e, sem conseguir encontrar recolocação, trocou seu hatch por uma picape e foi levando a vida com “bicos” de entregas para pequenas empresas da região onde mora, em Interlagos.

“Levei coroa de flores para o cemitério, entreguei ração de cachorro e materiais de construção, de cimento a vaso sanitário”, diz, relembrando os produtos que já transportou. Recém-formalizado como microempreendedor individual (MEI), agora ele não perde trabalhos por conta da informalidade, mas a capacidade de carga e o tipo de veículo ainda são um fator limitador. Mello, agora, planeja a aquisição de um utilitário com compartimento fechado, para proteger a carga e ampliar o leque de produtos que poderá transportar. “Tem coisa que não dá para levar ou não cabe na caçamba. E, quando chove, também é complicado, pois a lona não protege direito.”

A versatilidade é um dos pontos fortes da Expert, que tem capacidade para transportar até 1,5 tonelada e cargas com volume de até 6,6 metros cúbicos. Mais do que isso, possui porta lateral deslizante, portas traseiras com abertura de até 180 graus e, ainda, o sistema Moduwork, que permite o transporte de objetos longos, com até 4 metros de comprimento.

A voz da experiência

Já os empreendedores que contam com muitos quilômetros rodados com o seu negócio possuem uma grande bagagem que pode ser compartilhada. Nivaldo Canotilho e Marcio Martins são sócios em uma transportadora há cerca de um ano – mas a dupla já trabalha junta há mais tempo, vindo de outros empreendimentos no mesmo ramo, há mais de cinco anos. “Antes de mais nada, é preciso ter uma boa compreensão do negócio em que se está entrando. No caso dos transportes, não é só comprar um veículo e começar a carregar carga...”, diz Martins. E os custos de manutenção são um dos pontos que podem surpreender o empreendedor novato. “O gasto para manter um veículo é elevado, por isso é fundamental incluir tudo no preço que será passado para o cliente.”

Espaço interno: com o Moduwork, é possível aproveitar o espaço embaixo do banco do passageiro para acomodar cargas longas (Mariana Pekin/Abril Branded Content)

De acordo com Martins, o custo médio com que a empresa trabalha na composição do frete é 80 centavos o quilômetro rodado (incluindo o retorno do veículo para a base) para os utilitários pequenos, aqueles baseados em carros de passeio, e de pouco mais de 1 real para os furgões e camionetas pequenas. Ainda assim, muitas vezes, esse valor acaba não cobrindo todos os gastos, já que, muitas vezes, podem acontecer imprevistos, como acidentes, roubo, multas, que se transformam em custo. Ele ainda recomenda que ninguém se arrisque a trabalhar com transportes, principalmente nas grandes metrópoles, sem seguro. “A chance é grande de ser um tiro no pé… É pedir para quebrar a empresa no primeiro sinistro que acontecer.”

Quando se fala de custos de manutenção, a Expert é imbatível no valor das revisões programadas – e o empreendedor já sabe, desde sua aquisição, que vai desembolsar 2 554 reais até os 60 000 quilômetros e 4 687 reais até os 100 000 quilômetros.

Todo dia ao volante

Em função das diferentes rotinas e necessidades de seus clientes, o horário de trabalho de Hércules Hatori começa junto com o nascer do sol e só termina bem depois que ele já se pôs. Distribuidor de frutas, legumes e verduras para restaurantes, rotisserias e pizzarias, ele encara a busca pelos melhores produtos em longas caminhadas e negociações nos boxes do Ceagesp, o terceiro maior mercado atacadista do mundo, e também uma média de 50 quilômetros rodados todos os dias.

Hoje, sua empresa mantém dois veículos, o que lhe dá tranquilidade para realizar as manutenções e solucionar rapidamente eventuais imprevistos com um deles. Mas, quando iniciou as atividades, quase duas décadas atrás, não era assim. “Com um carro só, era um sufoco tremendo. Tinha que correr para tentar adiantar as entregas e, assim, arrumar um tempo para fazer a manutenção”, lembra Hatori. Manter o carro impecável, aliás, sempre foi uma de suas prioridades, com alguns itens sendo substituídos até um pouco antes da quilometragem recomendada pelos fabricantes. “Eu faço isso com os cabos de acelerador e embreagem, por exemplo, itens críticos no modelo que eu utilizo. Assim, como eu sei que a manutenção está feita corretamente, posso trabalhar tranquilo.”

Com a experiência de quem encara quase diariamente vias caóticas e congestionadas da capital paulista, como a Marginal Pinheiros e a Avenida dos Bandeirantes, ele também afirma que o empreendedor precisa ter consciência e calma ao volante. “Tem a questão da segurança, não arriscar a vida de ninguém. Além disso, coisas como esticar demais as marchas e frear bruscamente, sem necessidade, só aumenta o desgaste do veículo”, recomenda. Outro ponto importante é ter consciência de que o comportamento do veículo muda quando ele está carregado. “Com 1 tonelada no carro, sei que leva mais espaço para frear e é preciso reduzir mais a velocidade nas curvas”, exemplifica.

Pensando nisso, a Expert é equipada com freios a disco nas quatro rodas e sistema ABS, que garantem frenagens muito mais seguras, mesmo com carga máxima. O veículo ainda conta com sistema ESP de controle de estabilidade, que ajuda o motorista a manter o veículo sob controle em curvas mais fechadas ou desvios de trajetória, e Hill Assist, que auxilia no arranque em aclives e ajuda a aumentar a vida útil da embreagem.

Pacote completo

A Expert, além de reunir qualidades que atendem às diversas necessidades e desejos dos profissionais entrevistados, também oferece suporte completo para o empreendedor, por meio do programa Peugeot Total Care Pro – que garante, por exemplo, a entrega do veículo na data e hora programada – e também o serviço especializado das concessionárias Peugeot Professional Center.

“Para se tornar um Peugeot Professional Center, a concessionária deverá obrigatoriamente estar entre os melhores do nosso ranking de qualidade de atendimento”, explica Luiz Eduardo Pacheco, diretor de vendas corporativas e seminovos. Segundo o executivo, os PPCs são voltados para ajudar a desenvolver o negócio a frotistas. “Eles oferecem equipe exclusiva, estrutura de oficina e serviços de pós-venda especialmente voltados para utilitários de clientes empresariais.”