Negócios

JPMorgan vai cortar mais 3 mil postos em banco de varejo

Banco também afirmou que vai eliminar 4 mil empregos na unidade de cartões e serviços de adquirência


	Escritório da JPMorgan: banco espera encerrar 2014 com 146 mil funcionários no Chase Bank
 (Eduardo Munoz/Reuters)

Escritório da JPMorgan: banco espera encerrar 2014 com 146 mil funcionários no Chase Bank (Eduardo Munoz/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de novembro de 2014 às 15h22.

Priorizar nos meus resultados Google

Bangalore/Nova York - O JPMorgan Chase, maior banco dos Estados Unidos em ativos, afirmou que vai cortar mais 3 mil postos de trabalho além dos informados anteriormente na divisão de banco de varejo.

O banco afirmou que vai eliminar 4 mil empregos na unidade de cartões e serviços de adquirência, alta ante os 2 mil informados anteriormente.

A instituição financeira também vai cortar 7 mil postos na unidade de financiamento imobiliário, ante previsão anterior de 6 mil vagas.

Ao final deste ano, o JPMorgan vai ter eliminado 27 mil empregos da área de banco de varejo sobre dois anos antes. Isso ocorre mesmo considerando contratações em áreas de controle de risco e cumprimento de normas regulatórias.

Muitos bancos de grande porte nos Estados Unidos, incluindo Wells Fargo e Bank of America, têm demitido funcionários de divisões hipotecárias uma vez que taxas de juros maiores tornam refinanciamentos menos atraentes para os proprietários de imóveis.

O JPMorgan espera encerrar 2014 com 146 mil funcionários no Chase Bank, 11 mil a menos que um ano antes.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasBancosEmpresas americanasgestao-de-negociosFinançasDemissõesDesempregoJPMorganCortes de custo empresariaisbancos-de-investimento

Mais de Negócios

Ex-CEO da Dr. Peanut e influenciador desafiam Nutella com nova marca de creme saudável

Rumo ao R$ 1,5 bilhão: depois do açaí, Grupo The Best aposta em sorvete proteico

O pai vendia ração no interior. Hoje, a indústria da família faz R$ 75 milhões com cercas para gado

Dona da Piraquê e Adria assume controle de fábrica de R$ 138 milhões da 'cidade da bolacha'