Negócios

GPA espera que Assaí atinja vendas brutas de R$ 50 bilhões em 2022

A companhia prevê abertura de 20 novas lojas por ano no Brasil até 2021, e estuda converter cerca de 25 hipermercados Extra para o formato do atacarejo

Ações do Assaí começam a ser negociadas hoje na B3 após cisão do Grupo Pão de Açúcar (Paulo Whitaker/Reuters)

Ações do Assaí começam a ser negociadas hoje na B3 após cisão do Grupo Pão de Açúcar (Paulo Whitaker/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 11 de dezembro de 2019 às 18h25.

São Paulo — O GPA espera que a unidade de atacarejo Assaí atinja vendas brutas de 50 bilhões de reais até o final de 2022, conforme a empresa dona das bandeiras Pão de Açúcar e Extra continua processo de expansão orgânica de suas operações.

A companhia prevê abertura de 20 novas lojas por ano no Brasil até 2021, bem como vê potencial para converter cerca de 25 hipermercados Extra para o formato Assaí, que será expandido para a Colômbia em 2020, afirmou o presidente-executivo do grupo, Peter Estermann, nesta quarta-feira.

"Será nosso primeiro Assaí fora do Brasil", disse Estermann a jornalistas antes de encontro com investidores em São Paulo. Ele acrescentou que a primeira loja Assaí na Colômbia terá cerca de 5 mil metros quadrados e estará bem posicionada para competir com outros grupos no segmento no país.

A abertura acontecerá depois do GPA concluir oferta para adquirir ações da Éxito, como parte de estratégia de reestruturação de ativos latino-americanos de seu controlador, o grupo francês Casino.

O Assaí contabilizava vendas brutas de 21,6 bilhões de reais nos nove primeiros meses de 2019 e a expectativa é que encerre o ano com cerca de 30 bilhões de reais.

Acompanhe tudo sobre:ExtraPão de AçúcarVendas

Mais de Negócios

Criada após perda familiar, startup maranhense que facilita realização de cirurgias capta US$ 1,5 mi

Yopa: o que aconteceu com a famosa marca de sorvetes e picolés dos anos 1990

Fusão entre Cobasi e Petz fez o número de interessados em conversão crescer 25%, diz CEO da Petland

Não aos feriadões fake

Mais na Exame