Negócios

Governador de NY assina lei que restringe aluguéis pelo Airbnb

A lei permite a aplicação de multas de até US$ 7.500 para pessoas que anunciarem aluguéis por um período igual ou inferior a 30 dias

NY: a empresa respondeu à decisão afirmando que planeja apresentar uma queixa contra o Estado (Foto/Thinkstock)

NY: a empresa respondeu à decisão afirmando que planeja apresentar uma queixa contra o Estado (Foto/Thinkstock)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 21 de outubro de 2016 às 21h24.

Nova York - O governador do Estado de Nova York, Andrew Cuomo, assinou a entrada em vigor de uma das mais duras medidas nos EUA contra os aluguéis de apartamento por prazos curtos, em um revés para o Airbnb. O site vinha tentando recentemente satisfazer os congressistas em um de seus mercados mais importantes.

A lei permite a aplicação de multas de até US$ 7.500 para pessoas que anunciarem aluguéis por um período igual ou inferior a 30 dias, uma violação na cidade de Nova York desde 2010. A norma vale apenas para apartamentos em complexos residenciais.

O Airbnb respondeu à decisão afirmando que planeja apresentar uma queixa contra o Estado. "Nós continuaremos a lutar por uma solução política inteligente que funcione para as pessoas, não para os poderosos", afirmou em comunicado Josh Meltzer, diretor de política pública em Nova York para o Airbnb. "Nós estamos entrando com uma queixa em Nova York nesta tarde."

A companhia sediada em San Francisco, avaliada em US$ 30 bilhões, havia se posicionado contra a medida nesta semana e tentou contorná-la ao oferecer novas normas que iriam combater os violadores da legislação de Nova York e exigiriam um registro adicional em seu site. Fonte: Dow Jones Newswires.

Acompanhe tudo sobre:aluguel-de-imoveisEstados Unidos (EUA)Airbnb

Mais de Negócios

Um ex-jogador e um executivo transformaram galeto num negócio de R$ 50 milhões

Contribuição do MEI sobe a partir de hoje: veja os valores atualizados

Uma das famílias mais ricas do Brasil fatura R$ 3,7 bilhões com madeira

Como este apresentador transformou um talk show em um negócio de US$ 80 milhões