“Garantimos segurança ao cliente”, diz executivo da Azul sobre novos voos

A companhia aérea anunciou nesta quarta-feira, 10, que vai elevar a oferta para 242 voos diários até julho, diante do aumento gradual da demanda no país

A Azul anunciou nesta quarta-feira, 10, que pretende chegar a 242 voos diários (em dias-pico) a partir de julho, um acréscimo de 42% frente à malha atual. A empresa reabrirá seis bases de operação, incluindo o aeroporto internacional de Guarulhos, o maior do país.

“Faremos o que for possível, dentro das variáveis que pudermos controlar, para garantir a segurança dos clientes”, afirma André Mercadante, gerente-geral de planejamento de malha da Azul, em entrevista à EXAME.

A companhia informou que passará a operar 23 novos mercados em julho. A principal base operacional da Azul, no país, fica em Campinas, interior de São Paulo e, com as adições, o aeroporto terá 62 voos diários para 33 destinos.

Mercadante explica que o planejamento de oferta de voos da empresa tem sido feito toda semana, diante da complexidade da pandemia do novo coronavírus. Segundo ele, inicialmente a companhia abriu operações em localidades cuja mobilidade no entorno era mais restrita, com distâncias muito longas entre as cidades.

Agora, a Azul tem detectado aumento gradual da demanda principalmente pelas buscas de passagens no sistema da empresa. “O que temos percebido é que a demanda corporativa ainda é muito tímida, mas os consumidores têm procurado passagens para se deslocar por motivos pessoais”, diz Mercadante.

No pico da pandemia, em abril, a receita da Azul quase desapareceu: o número de voos caiu de 900 para cerca de 70 por dia-pico. Agora, de acordo com o executivo, a tendência é que a demanda volte a crescer. “Apesar dos dados de contágio da covid-19, as pessoas continuam precisando se deslocar, principalmente equipes de saúde. A demanda deve voltar gradualmente.”

Medidas de segurança

Além do uso obrigatório de máscaras durante o voo, a Azul passou a oferecer kits com luvas, álcool em gel e lenço umedecido para uso dos clientes e da tripulação. A companhia informa que vem usando descontaminantes bactericidas que contam com um princípio ativo que “elimina o vírus da covid-19 em 99,99% dos casos.”

Ao término de cada etapa de voo, a equipe de limpeza desinfeta todos os locais em que os clientes possam ter contato, como cintos de segurança, bandejas das poltronas, apoios de braços, persianas e bagageiros da cabine.

No entanto, a sugestão de bloquear o assento do meio das fileiras não será implementada pela Azul. “Não somos os únicos a não adotar essa medida”, diz Mercadante.

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?

Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?

Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 15,90/mês

  • Acesse onde e quando quiser.

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

exame digital + impressa

R$ 44,90/mês

  • Acesse onde e quando quiser

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

  • Edição impressa quinzenal.

  • Frete grátis

Já é assinante? Entre aqui.

Apoie a Exame, por favor desabilite seu Adblock.