Exame Logo

Fibria diz que ainda "há mais por vir" em venda de terras

Segundo CEO, maior produtora mundial de celulose de eucalipto deve vender mais ativos florestais

"Temos muita terra disponível. Ainda temos muito a fazer. Há mais por vir", disse residente-executivo da empresa, Marcelo Castelli (Ricardo Teles)
DR

Da Redação

Publicado em 29 de novembro de 2012 às 12h42.

A Fibria , maior produtora mundial de celulose de eucalipto, deve vender mais ativos florestais, após se desfazer de terras no Rio Grande do Sul, afirmou o presidente-executivo da empresa, Marcelo Castelli, em entrevista ao Reuters Insider.

"Temos muita terra disponível. Ainda temos muito a fazer. Há mais por vir", disse ele.

Em setembro, a Fibria anunciou a venda de ativos florestais e terras no Rio Grande do Sul reunidos sob o Projeto Losango por 615 milhões de reais para a Celulose Riograndense.

Questionado sobre a demanda internacional por celulose, Castelli afirmou que o cenário está melhor, com a China voltando às compras, mas que "ninguém sabe se (isso) é só recomposição de estoques ou um bom momento que o mercado irá manter".

O executivo também afirmou que após o fim do verão no hemisfério norte alguns países europeus voltaram a comprar celulose, o que somado com o anúncio de fechamento de capacidades torna o cenário para os preços do insumo mais positivos no curto prazo.

Veja também

A Fibria , maior produtora mundial de celulose de eucalipto, deve vender mais ativos florestais, após se desfazer de terras no Rio Grande do Sul, afirmou o presidente-executivo da empresa, Marcelo Castelli, em entrevista ao Reuters Insider.

"Temos muita terra disponível. Ainda temos muito a fazer. Há mais por vir", disse ele.

Em setembro, a Fibria anunciou a venda de ativos florestais e terras no Rio Grande do Sul reunidos sob o Projeto Losango por 615 milhões de reais para a Celulose Riograndense.

Questionado sobre a demanda internacional por celulose, Castelli afirmou que o cenário está melhor, com a China voltando às compras, mas que "ninguém sabe se (isso) é só recomposição de estoques ou um bom momento que o mercado irá manter".

O executivo também afirmou que após o fim do verão no hemisfério norte alguns países europeus voltaram a comprar celulose, o que somado com o anúncio de fechamento de capacidades torna o cenário para os preços do insumo mais positivos no curto prazo.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEstratégiaFibriagestao-de-negociosMadeiraPapel e Celulose

Mais lidas

exame no whatsapp

Receba as noticias da Exame no seu WhatsApp

Inscreva-se

Mais de Negócios

Mais na Exame