Negócios

Ericsson terá 3,5 bi celulares conectados com internet das coisas em 2023

Estimativa da companhia, que era de 1,8 bilhão de dispositivos celulares conectados em novembro do ano passado, foi incrementada por demanda chinesa

Ericsson: nordeste da Ásia deve responder por 2,2 bi dispositivos conectados à internet das coisas em 2023 (Jonathan Nackstrand/AFP/AFP)

Ericsson: nordeste da Ásia deve responder por 2,2 bi dispositivos conectados à internet das coisas em 2023 (Jonathan Nackstrand/AFP/AFP)

R

Reuters

Publicado em 12 de junho de 2018 às 17h51.

Estocolmo - A Ericsson quase dobrou sua previsão para a conexão de celulares com internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) em 2023, para 3,5 bilhões de unidades, informou a fabricante de equipamentos de telecomunicações móveis nesta terça-feira.

Em novembro, a estimativa era de 1,8 bilhão de dispositivos celulares conectados.

"A previsão para as conexões de IoT no celular quase dobrou, devido aos contínuos desdobramentos em grande escala na China", afirmou a Ericsson em seu relatório de mobilidade semestral.

A IoT, que atribui a bilhões de dispositivos, incluindo medidores elétricos ou máquinas de venda automática, a capacidade de enviar e receber dados, deve dar às operadoras de telecomunicações um certo impulso para o crescimento da receita.

O nordeste da Ásia, principalmente a China, deve responder por uma maioria substancial, de 2,2 bilhões, dos dispositivos conectados em 2023, disse a Ericsson.

Em comparação, a Ericsson vê outros dispositivos conectados, como telefones celulares, em 8,6 bilhões em 2023, ante 7,5 bilhões em 2017, e o número de PCs/laptops/tablets subindo marginalmente, para 1,7 bilhão.

Acompanhe tudo sobre:InternetSmartphonesEricssonInternet das Coisas - IoT

Mais de Negócios

Essa empresa começou em uma 'oficina familiar' e hoje é uma marca que vende 4 mil pneus por dia

Esta família vendia produtos de R$ 1,99. Hoje fatura bilhões no litoral mais caro do Brasil

'Sabor tadala': a empresa de energético do interior de SC que desafia gigantes

‘Tudo começou com meias sujas e uma van de entregas’: agora o negócio dele vale milhões de dólares