Negócios

Ericsson eliminará 1.600 postos de trabalho

A sueca Ericsson e o grupo franco-italiano STMicroelectronics anunciaram o fim da empresa conjunta de componentes para telefones celulares, ST-Ericsson


	Funcionários da ST-Ericsson protestam em Colombelles, França, em junho de 2009: a empresa não teve nenhum trimestre rentável desde sua criação, no início de 2009
 (Mychele Daniau/AFP)

Funcionários da ST-Ericsson protestam em Colombelles, França, em junho de 2009: a empresa não teve nenhum trimestre rentável desde sua criação, no início de 2009 (Mychele Daniau/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 18 de março de 2013 às 09h33.

Estocolmo - A sueca Ericsson e o grupo franco-italiano STMicroelectronics anunciaram nesta segunda-feira o fim da empresa conjunta de componentes para telefones celulares, ST-Ericsson, e a demissão de 1.600 funcionários.

A Ericsson assumirá a tecnologia de transmissão LTE e 1.800 funcionários. A STMicrolectronics assumirá os demais produtos e 950 trabalhadores. A separação será concluída no terceiro trimestre.

Como consequência da separação, a empresa conjunta ST-Ericsson anunciou a eliminação de 1.600 postos de trabalho em todo o mundo, incluindo 400 e 600 na Suécia e de 50 a 80 na Alemanha.

Em 2012, a ST-Ericsson tinha 5.000 funcionários, principalmente na Suécia, Alemanha, Índia e China.

A empresa, que fabricava plataformas para celulares e semicondutores, não teve nenhum trimestre rentável desde sua criação, no início de 2009. No quarto trimestre de 2012 registrou prejuízo líquido de 133 milhões de dólares.

Acompanhe tudo sobre:DemissõesDesempregoEmpregosEmpresasEmpresas suecasempresas-de-tecnologiaEricssongestao-de-negocios

Mais de Negócios

Problemas complexos estão travando a sua empresa? Veja 5 dicas para gerenciá-los

Ele vendia trufas e hoje fatura R$ 80 milhões com a maior rede de pilates da América Latina

Ronaldo pode vender clube espanhol por um quarto do valor embolsado com o Cruzeiro

Mora no exterior e quer doar recurso ao RS? Agora é possível através destas instituições financeiras

Mais na Exame