Electrolux tem prejuízo após fracasso de acordo com GE

Para 2016, empresa prevê demanda crescente nos dois lados do Atlântico Norte


	Electrolux: para 2016, empresa prevê demanda crescente nos dois lados do Atlântico Norte
 (Bartek Sadowski/Bloomberg)
Electrolux: para 2016, empresa prevê demanda crescente nos dois lados do Atlântico Norte (Bartek Sadowski/Bloomberg)
DR

Da Redação

Publicado em 28 de janeiro de 2016 às 10h26.

Estocolmo - Uma tentativa frustrada de comprar o negócio de eletrodomésticos da General Electric pressionou o resultado da sueca Electrolux para o vermelho no quarto trimestre de 2015 e deixou a fabricante de aparelhos domésticos em busca de uma estratégia alternativa.

Para 2016, a Electrolux, que esperava adicionar a GE Appliances a uma série de marcas que incluem Frigidaire, AEG e Zanussi, prevê demanda crescente nos dois lados do Atlântico Norte e alterou levemente para cima sua previsão para o mercado norte-americano.

A companhia, que disputa a liderança de mercado com a rival norte-americana Whirlpool, teve prejuízo operacional de 202 milhões de coroas (23,7 milhões de dólares), comparado a um lucro de 1,4 bilhão de coroas no ano anterior.

A média prevista por analistas consultados pela Reuters era de prejuízo de 300 milhões de coroas.

O resultado foi afetado pelo custo de 1,66 bilhão de coroas devido ao acordo frustrado de comprar a GE Appliances, diante da taxa que a empresa teve de pagar à GE pelo descumprimento do acordo, mesmo tendo sido a empresa norte-americana a sair da operação devido à oposição de reguladores antitruste.

O fracasso do acordo de 3,3 bilhões de dólares no mês passado derrubou os planos da companhia sueca de dobrar suas vendas nos Estados Unidos com a maior aquisição da história da empresa.

Mais de Negócios

Grupo J&F anuncia investimento de R$ 25 bilhões e criação de 10 mil empregos no Brasil

Desenrola para empresas: veja perguntas e respostas sobre os novos programas para MEIs

Raízen Power mira as pequenas empresas para oferecer economia na conta de luz

Kaszek começa a usar caixa de US$ 1 bilhão e diz estar aberta a negócios

Mais na Exame