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Duratex: lucro líquido atinge R$ 166,584 milhões no 2º trimestre

Resultado foi impulsionado pelo ganho de R$ 253,254 milhões com a venda de terras e florestas no período

Lucro líquido recorrente da Duratex alcançou R$ 27,498 milhões, crescimento de 11% na comparação anual (Divulgação/Divulgação)

Lucro líquido recorrente da Duratex alcançou R$ 27,498 milhões, crescimento de 11% na comparação anual (Divulgação/Divulgação)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 1 de agosto de 2018 às 20h03.

São Paulo - A Duratex, fabricante de louças, metais, chuveiros, revestimentos cerâmicos e painéis de madeira, fechou o segundo trimestre de 2018 com lucro líquido de R$ 166,584 milhões, montante 572,6% superior ao registrado no mesmo período de 2017.

O resultado foi impulsionado pelo ganho de R$ 253,254 milhões com a venda de terras e florestas no período. Sem contar esse evento extraordinário, o lucro líquido recorrente da Duratex alcançou R$ 27,498 milhões, crescimento de 11% na comparação anual.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia chegou a R$ 501,521 milhões, expansão de 129,4%. Já o Ebitda recorrente e ajustado - que exclui também os resultados sem efeitos sobre o caixa advindos da variação do valor justo dos ativos biológicos - somouR$ 220,019 milhões, avanço de 23,5%. A margem do Ebitda ajustado e recorrente atingiu 19,8%, ganho de 0,4 ponto porcentual.

A Duratex apresentou uma receita líquida consolidada de R$ 1,167 bilhão, aumento de 27,4% na comparação anual. O crescimento da receita decorreu da venda de ativos, do aumento do volume de vendas das Divisões Madeira e Deca, da incorporação dos resultados da Divisão de Revestimentos Cerâmicos, do maior faturamento com as operações na Colômbia (alta de 46,5%) e de reajustes de preços.

A companhia reportou ainda resultado financeiro líquido de R$ 48,544 milhões, retração de 17,8% na comparação anual.

O custo dos produtos vendidos atingiu R$ 690,982 milhões, expansão de 17,6%, refletindo o maior volume de itens expedidos, bem como o aumento dos custos de commodities e da inflação.

A dívida líquida fechou o segundo trimestre em R$ 2,163 bilhões, alta de 2,6% na comparação anual. Nesse período, a alavancagem (relação entre dívida e Ebitda anualizado) caiu de 2,89 vezes para 2,59 vezes.

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