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Ceará deve se tornar um dos maiores produtores do combustível do futuro

Estado, que desenvolveu a primeira molécula do hidrogênio verde no Brasil e América Latina, atrai empresas e se prepara para exportação da nova fonte energética

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Complexo do Pecém, no Ceará: EDP produziu a primeira molécula de hidrogênio verde do país

Complexo do Pecém, no Ceará: EDP produziu a primeira molécula de hidrogênio verde do país

Depois de desenvolver a primeira molécula de hidrogênio verde do Brasil e da América Latina, no início do ano, o Ceará se prepara para se tornar um hub de energia verde. Além de projetos de pesquisa e desenvolvimento, foram implementadas uma série de iniciativas para promover a produção e a comercialização do chamado combustível do futuro. O hidrogênio verde, obtido da eletrólise da água realizada com fontes de energia limpa, é uma das maiores apostas do mundo para a descarbonização.

Em meio à demanda global por alternativas aos combustíveis fósseis, o Ceará, considerado um dos maiores produtores no Brasil de energia solar e eólica, vem investindo em diretrizes para se tornar um dos principais exportadores de hidrogênio verde para a Europa.

Em maio, o governador Elmano de Freitas assinou um acordo com o porto de Roterdã, um dos maiores do mundo, com o qual o Complexo Industrial e Portuário do Pecém possui uma parceria estratégia (sociedade), para desenvolver um corredor verde de exportação do chamado combustível do futuro.

Hidrogênio verde: obtido da eletrólise da água realizada com fontes de energia limpa, ele é uma das maiores apostas do mundo para a descarbonização

Empresas como a AES Brasil, Casa dos Ventos, Havenbedrijf Rotterdam, Fortescue e EDP também participam da iniciativa de cooperação. Já foi dado o pontapé inicial para a produção de hidrogênio verde no Estado. Em outubro, o governo do Ceará concedeu uma licença prévia para a construção de uma planta de hidrogênio verde da multinacional australiana Fortescue. No mês seguinte, uma nova etapa foi cumprida, com a concessão do licenciamento ambiental. O projeto, que será desenvolvido no Complexo do Pecém, deverá produzir 837 toneladas de hidrogênio verde por dia, gerando cerca de 2,5 mil empregos na fase de construção.

No campo da legislação, também houve avanços. Em setembro deste ano, o Ceará promulgou a lei estadual nº 18.459/2023, que define políticas públicas e diretrizes para o desenvolvimento da produção do hidrogênio verde. Um dos maiores objetivos da norma é a implementação de instrumentos de incentivo fiscal e de crédito. Também foi criado o conselho estadual de governança do hidrogênio verde para a discussão de estratégias, parâmetros e ações voltadas para o incentivo à cadeia produtiva do setor.

Outro passo importante foi a assinatura do projeto de lei que permite a renovação da cessão de uso das áreas do Complexo do Pecém e da Zona de Processamento de Exportação para projetos de transição energética e produção de hidrogênio verde por 40 anos, com possibilidade de renovação.

O Complexo do Pecém também se prepara para reformulações estruturais para a concretização da meta de exportar mais de 1 milhão de toneladas de hidrogênio verde até 2030. O complexo portuário já submeteu ao Ibama a ampliação da licença de operação do píer 2, que deve passar por adaptações para realizar a movimentação de amônia e hidrogênio verde.

A expectativa é que a produção de hidrogênio verde, fundamental na agenda mundial de sustentabilidade, comece em breve. Só no Ceará, já foram assinados mais de 30 memorandos de entendimento com empresas nacionais e internacionais, com a previsão de investimentos que devem somar US$ 8 bilhões em quatro pré-contratos. É a pavimentação do futuro verde.

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