Negócios

Carrefour diz estar surpreso sobre "proposta de fusão que não existe"

Neste domingo, o varejista francês Casino, que no Brasil é controlador do Pão de Açúcar, informou que rejeitou uma proposta para possível fusão

CARREFOUR: também segundo a nota: "as dificuldades enfrentadas pelo Casino e por seu acionista controlador não justificam a divulgação de comunicados inoportunos, enganosos e sem fundamento" (Paulo Whitaker/Reuters)

CARREFOUR: também segundo a nota: "as dificuldades enfrentadas pelo Casino e por seu acionista controlador não justificam a divulgação de comunicados inoportunos, enganosos e sem fundamento" (Paulo Whitaker/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 24 de setembro de 2018 às 11h15.

São Paulo - O Carrefour nega ter feito qualquer solicitação ao Casino e diz que "está surpreso que seu conselho de administração teria analisado uma proposta de fusão que não existe". A declaração consta de comunicado enviado pelo grupo ao Atacadão S.A., sua controlada no Brasil.

O comunicado ao mercado, assinado pelo diretor vice-presidente de Finanças e diretor de Relações com Investidores do Grupo Carrefour Brasil, Sébastien Durchon, diz que está avaliando as opções jurídicas "para impedir tais insinuações inaceitáveis".

Também a nota afirma que "as dificuldades enfrentadas pelo Casino e por seu acionista controlador não justificam a divulgação de comunicados inoportunos, enganosos e sem fundamento".

Neste domingo, o varejista francês Casino, que no Brasil é controlador do Pão de Açúcar, informou que rejeitou uma proposta para possível fusão.

O comunicado divulgado por sua matriz afirmou não haver interesse no negócio, após uma reunião do conselho de administração neste domingo.

Acompanhe tudo sobre:SupermercadosCarrefourPão de AçúcarFusões e AquisiçõesAtacadão

Mais de Negócios

Ela trocou a enfermagem por uma franquia de massagem sem hora marcada que mira R$ 31 milhões

35 franquias baratas a partir de R$ 5 mil para empreender em cidades do interior

Maior estádio do mundo custará US$ 500 milhões e pode receber a final da Copa em 2030

Ele ouviu sete 'nãos' de seguradoras. Hoje, sua empresa fatura R$ 60 milhões