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Brasil Pharma pode receber mais um aporte do BTG Pactual

Rede de varejo Brasil Pharma, controlada pelo BTG Pactual, pode receber um novo aporte de capital do banco

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	Brasil Pharma: rede deve receber novo aporte do BTG Pactual
 (Divulgação)

Brasil Pharma: rede deve receber novo aporte do BTG Pactual (Divulgação)

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Dayanne Sousa, Mônica Scaramuzzo, colaborou ALINE BRONZATI

Publicado em 11 de abril de 2015 às, 10h05.

São Paulo - A Brasil Pharma, braço de varejo farmacêutico controlado pelo BTG Pactual, poderá receber novo aporte de capital do banco, segundo fontes consultadas pelo 'Broadcast', serviço em tempo real da 'Agência Estado'. Em um amplo processo de reestruturação desde 2013, a companhia anunciou, no mês passado, nova mudança no comando da companhia - a segunda troca em 12 meses.

Os recursos terão como finalidade melhorar o caixa da companhia diante do aumento da alavancagem e necessidade de investimentos na integração dos negócios. O valor da possível injeção de capital ainda não está definido. As ações da companhia subiram 21,74% ontem, negociadas a R$ 0,84, com a expectativa desse novo aporte.

No fim do mês passado, a agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou o rating (nota) da Brasil Pharma para BBB- (bra), saindo de A- (bra). Ao mesmo tempo, a agência colocou sua nota em observação negativa. A classificadora considerou que tais ações de rating "refletem a contínua incapacidade de a Brasil Pharma restaurar sua geração de caixa operacional para patamares positivos e que sustentem a continuidade de suas atividades".

A Fitch chegou a afirmar que "considera altamente provável o contínuo suporte do BTGl, que tem histórico de aportes na companhia no total aproximado de R$ 715 milhões desde 2010". O BTG detém cerca de 37% do capital da Brasil Pharma, a Petros (fundo de funcionários da Petrobrás) outros 10%, sócios fundadores com 12%, e o restante das ações está em circulação no mercado.

Outras formas de estruturação de capital, como emissão de debêntures (títulos da dívida) e alongamento da dívida, não estão descartadas. A empresa, que já foi assediada por grupos estrangeiros e nacionais, busca melhorar a valorização de seus ativos para retomar negociações, de acordo com fontes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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