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BNDES prepara socorro para metrô e trens em meio à crise do coronavírus

Após brutal redução do fluxo de passageiros por causa da covid-19, MetrôRio, SuperVia e CCR Barcas serão as primeiras a receber financiamento

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Ramal Deodoro da SuperVia: governo do Rio de Janeiro está ajudando nas negociações com o BNDES (André Valentim/Exame)

Ramal Deodoro da SuperVia: governo do Rio de Janeiro está ajudando nas negociações com o BNDES (André Valentim/Exame)

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Denyse Godoy

Publicado em 2 de abril de 2020 às, 17h55.

Última atualização em 2 de abril de 2020 às, 18h33.

Depois das companhias aéreas, as operadoras dos sistemas de metrô e trens metropolitanos brasileiros, que têm visto seu público desabar por causa da pandemia do novo coronavírus, também receberão uma ajuda do governo para se manter de pé.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai anunciar nos próximos dias um pacote de medidas para financiar capital de giro para as empresas de transporte público. As linhas terão garantia do Tesouro Nacional.

As primeiras socorridas devem ser empresas do Rio de Janeiro: MetrôRio, SuperVia — que administra os trens da região metropolitana da capital fluminense — e CCR Barcas — que opera as embarcações que ligam a cidade a Niterói, entre outras rotas. Ontem, executivos das três companhias se reuniram com o governador Wilson Witzel e técnicos do BNDES para discutir o programa.

O metrô do Rio já perdeu 80% dos passageiros nas últimas semanas. Na SuperVia, que é a única ligação da capital com a Baixada Fluminense, a queda foi de 70% — cerca de 580.000 passageiros por dia. Witzel determinou o fechamento do comércio não essencial no estado e tem pedido que a população se isole em casa para frear a disseminação da infecção respiratória covid-19, que já contagiou 1 milhão de pessoas em todo o mundo.

A situação das operadoras de transporte urbano no Rio é vista como a mais preocupante pelo BNDES, segundo EXAME apurou, porque são todas controladas por empresas privadas. Há poucas companhias de trens em outras capitais, e a grande maioria é estatal. Em São Paulo, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) é controlada pelo governo João Doria Júnior, assim como a maior parte das linhas de metrô. A Trensurb, de Porto Alegre, é do governo federal. Todas estão sentindo o baque da redução na circulação de passageiros, mas, para as estatais, é mais fácil pedir ajuda para seus controladores caso falte dinheiro para manter as atividades.

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