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Billabong consegue uma boia salva-vidas de US$ 542 milhões

Famosa marca de moda surf consegue apoio de dois fundos de investimento para não se afogar em dívidas

Surfista em praia da Austrália: Billabong luta para não ser arrastada pelo mar de problemas (Matt King/Getty Images)
DR

Da Redação

Publicado em 19 de setembro de 2013 às 18h09.

São Paulo – A Billabong, uma das mais famosas marcas de moda surf do mundo, conseguiu ajuda para manter seu pescoço acima do mar de dívidas e prejuízos em que se debate. Dois fundos de private equity concordaram em injetar 542 milhões de dólares americanos na empresa.

De acordo com o jornal americano The New York Times, o socorro partirá da Centerbridge Partners e da Oaktree Capital. Em troca do aporte de dinheiro, as duas empresas poderão assumir até 34% do capital da Billabong.

A marca australiana de surf vem tomando seguidos caldos no mundo dos negócios. No mês passado, por exemplo, a empresa divulgou um prejuízo líquido de 859,5 milhões de dólares australianos – cerca de 722 milhões de dólares americanos.

Foi o pior resultado em 40 anos de operação da Billabong. A empresa atribuiu o desempenho à queda da demanda, motivada pela crise da Europa e pela patinada da economia americana – seus dois maiores mercados.

Os maus números levaram à queda de Launa Inman, no início de agosto, da presidência da empresa. Em seu lugar, assumiu interinamente Scott Olivet. Segundo o NYT, Olivet foi substituído, nesta quinta-feira, por Neil Fiske.

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De acordo com o jornal americano The New York Times, o socorro partirá da Centerbridge Partners e da Oaktree Capital. Em troca do aporte de dinheiro, as duas empresas poderão assumir até 34% do capital da Billabong.

A marca australiana de surf vem tomando seguidos caldos no mundo dos negócios. No mês passado, por exemplo, a empresa divulgou um prejuízo líquido de 859,5 milhões de dólares australianos – cerca de 722 milhões de dólares americanos.

Foi o pior resultado em 40 anos de operação da Billabong. A empresa atribuiu o desempenho à queda da demanda, motivada pela crise da Europa e pela patinada da economia americana – seus dois maiores mercados.

Os maus números levaram à queda de Launa Inman, no início de agosto, da presidência da empresa. Em seu lugar, assumiu interinamente Scott Olivet. Segundo o NYT, Olivet foi substituído, nesta quinta-feira, por Neil Fiske.

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