Negócios

Apple e Google pagarão US$325 mi para encerrar processo

Funcionários alegam que as empresas atuaram em conluio para não "roubar" empregados umas das outras


	Sede da Apple, em Cupertino:  acordo foi divulgado em documentos encaminhados na quinta-feira à corte federal de San Jose, na Califórnia
 (Mohammad Kheirkhah/EXAME.com)

Sede da Apple, em Cupertino:  acordo foi divulgado em documentos encaminhados na quinta-feira à corte federal de San Jose, na Califórnia (Mohammad Kheirkhah/EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de maio de 2014 às 21h12.

Priorizar nos meus resultados Google

Quatro grandes companhias do Vale do Silício formalmente concordaram em pagar 324,5 milhões de dólares para encerrar acusações de funcionários que alegaram que as empresas atuaram em conluio para não "roubar" empregados umas das outras.

O acordo entre Apple, Google, Intel, Adobe Systems e aproximadamente 64 mil funcionários foi divulgado em documentos encaminhados na quinta-feira à corte federal de San Jose, na Califórnia.

A juíza distrital Lucy Koh recebeu pedido para aprovar preliminarmente o acordo em uma audiência em 19 de junho, mas houve uma objeção de uma das partes, Michael Devine, segundo o qual o acordo livrava as empresas muito facilmente.

Impetrado em 2011, o processo acusava companhias do Vale do Silício de conspirar para manter os salários baixos e reduzir a competição.

O caso vinha sendo acompanhado atentamente por conta do valor de indenizações pretendido, de 9 bilhões de dólares, e porque revelava como o Vale do Silício opera.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas de internetEmpresas americanasempresas-de-tecnologiaGoogleTecnologia da informaçãoAppleAdobeIntelProcessos judiciais

Mais de Negócios

Gelateria aposta em franquias e sabores da Amazônia para chegar às 100 lojas no Brasil

Sem investidores, a plataforma dele fará R$ 25 milhões conectando gigantes da alimentação com IA

Empresa chinesa que atraiu US$ 2,2 bilhões do Alibaba chega ao Brasil

Justiça aceita pedido de recuperação da Marabraz, que já teve 135 lojas e agora deve R$ 140 milhões