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Antônio Ermírio foi modelo de industrial e cidadão, diz CNI

Ele foi citado como "um modelo de industrial e de cidadão por suas ações em favor do desenvolvimento e da redemocratização do país"


	Para a CNI, o Brasil precisa de mais cidadãos e empresários como Antônio Ermírio
 (Carlos Namba / VEJA)

Para a CNI, o Brasil precisa de mais cidadãos e empresários como Antônio Ermírio (Carlos Namba / VEJA)

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Da Redação

Publicado em 25 de agosto de 2014 às 14h37.

Brasília - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) emitiu nota de pesar lamentando o falecimento do empresário Antônio Ermírio de Moraes, citado como "um modelo de industrial e de cidadão por suas ações em favor do desenvolvimento e da redemocratização do País".

O texto, assinado pelo presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, menciona também Antônio Ermírio era um "obstinado na conquista de seus objetivos" e que "nos lega um importante exemplo com sua vida de empreendedor e de defensor da ética nas relações humanas. Deixa, também, um admirável trabalho em favor da educação e da saúde dos brasileiros mais pobres, por meio de obras sociais a que se dedicou pessoalmente".

Para a CNI, o Brasil precisa de mais cidadãos e empresários como Antônio Ermírio. "Neste momento de pesar, nossos pensamentos se voltam para a família e os amigos de Antônio Ermírio de Moraes", cita a nota da confederação.

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