AES Tietê fará manutenção de 6 eclusas em janeiro

Manutenção leva aproximadamente 30 dias e reúne entre 300 e 400 pessoas na companhia

Bariri - A AES Tietê realizará em janeiro a manutenção geral das seis eclusas que opera em cinco usinas localizadas no Rio Tietê. O procedimento, cujo investimento somará aproximadamente R$ 6 milhões, ocorre a cada dois anos. Além das usinas da AES Tietê, a usina Três Irmãos, operada pela Cesp, passará por operação semelhante.

Durante a manutenção geral, que leva aproximadamente 30 dias e reúne entre 300 e 400 pessoas na AES Tietê, são feitos procedimentos como a limpeza da eclusa e a lubrificação das correntes utilizadas no sistema. Além dessas atividades, a empresa aproveita a parada para a instalação de novos sistemas de controle, explicou o diretor-geral de Geração da AES Tietê, Ítalo Freitas Filho.

Ao todo, serão paralisadas as operações de oito eclusas, sendo duas em Três Irmãos, da Cesp, e duas na usina Nova Avanhandava, da AES Tietê, além de uma eclusa em cada uma das demais usinas da Tietê (Barra Bonita, Bariri, Ibitinga e Promissão). A AES Tietê está na etapa final da escolha da empresa que prestará o serviço nesses locais, informou Freitas Filho.

Fluxo

O executivo da AES Tietê revelou nesta quinta-feira, 03, durante visita de jornalistas à Usina de Bariri, que o número de embarcações que passam pelo local deve crescer substancialmente a partir de 2014, reflexo do maior fluxo de etanol que será transportado em função do início das operações do primeiro etanolduto brasileiro.

Atualmente, informou Freitas Filho, são feitas aproximadamente 350 eclusagens em Bariri, principalmente para a travessia de embarcações com cana-de-açúcar e soja. A partir de meados de 2014, o número deve ter um acréscimo de aproximadamente 20% devido ao fluxo de tanques de etanol da Transpetro. Segundo o diretor, o incremento não tem impacto representativo nos custos operacionais da AES Tietê.

Além da aplicação constante de medidas de controle e redução de custos em usinas como a de Bariri, a unidade tem sido utilizada em testes de combate ao mexilhão dourado, uma espécie originária da Ásia que tem causado danos às usinas hidrelétricas do Brasil.

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