Negócios

Accor revela estratégia hoteleira para melhorar performance

Rede está dividindo sua rede em duas em uma tentativa para melhorar a performance do grupo e os retornos a acionistas

Sebastien Bazin, CEO da Accor: executivo afirmou que não são mais válidos os objetivos inseridos em uma reestruturação de três anos iniciada há um ano pelo predecessor Denis Hennequin (Benoit Tessier/Reuters)

Sebastien Bazin, CEO da Accor: executivo afirmou que não são mais válidos os objetivos inseridos em uma reestruturação de três anos iniciada há um ano pelo predecessor Denis Hennequin (Benoit Tessier/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 27 de novembro de 2013 às 08h31.

Paris - A Accor, maior rede de hotéis da Europa, afirmou nesta quarta-feira que está dividindo sua rede em duas em uma tentativa para melhorar a performance do grupo e os retornos a acionistas.

Três meses depois de se tornar presidente-executivo da Accor, Sebastien Bazin afirmou que vai dividir a Accor em uma operadora de hoteis e franqueadora orientada por cobrança de comissões e outra parte que será dona de hotéis e investidora.

"Eu quero que a Accor seja o grupo hoteleiro de melhor performance e maior valor do mundo", disse Bazin a jornalistas.

O executivo não deu detalhes de metas do plano, mas afirmou que não são mais válidos os objetivos inseridos em uma reestruturação de três anos iniciada há um ano pelo predecessor Denis Hennequin.

"Estamos contando com retornos bem acima do plano anterior", disse Bazin.

Os investidores se mostravam decepcionados com o plano e as ações da Accor, que tinham disparado para o maior nível em dois anos e meio antes da divulgação, despencavam mais de 5 por cento, ao menor nível em mais de um mês.

A nova estratégia significa que a Accor não vai fazer novas vendas de hotéis controlados pelo grupo a menos que mostrem performance baixa.

"Desculpem decepcioná-los, isso fico para trás... Se vendermos nossos ativos, isso vai prejudicar nosso crescimento", disse Bazin a analistas.

Acompanhe tudo sobre:AccorEmpresasEmpresas francesasEstratégiagestao-de-negociosHotelariaRestaurantes

Mais de Negócios

Inteligência Artificial no Brasil: inovação, potencial e aplicações reais das novas tecnologias

Mundo sem cookies: as big techs estão se adequando a uma publicidade online com mais privacidade

Ligadona em você: veja o que aconteceu com a Arapuã, tradicional loja dos anos 1990

A empresa inglesa que inventou a retroescavadeira vai investir R$ 500 milhões no Brasil — veja onde

Mais na Exame