Exame Logo

1.470 aderiram ao PDV da Embraer, diz sindicato

O sindicato informa que já deu início a uma campanha em defesa do emprego, cobrando dos governos medidas que barrem o processo de demissão

Embraer: o sindicato informa que já deu início a uma campanha em defesa do emprego, cobrando dos governos medidas que barrem o processo de demissão (Eric Piermont/AFP)
DR

Da Redação

Publicado em 15 de setembro de 2016 às 13h22.

São Paulo - A Embraer divulgou nesta quinta-feira, 15, o número de adesões ao Plano de Demissão Voluntária (PDV), encerrado na véspera, informa o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região.

Conforme a entidade, 1.470 trabalhadores aderiram ao plano, sendo que deste total entre 600 e 700 são metalúrgicos de São José dos Campos (SP).

Em nota o sindicato, filiado à CSP-Conlutas, diz que mantém seu posicionamento contrário ao PDV.

"As demissões são desnecessárias e fruto da política da desnacionalização da Embraer e do envolvimento da empresa num caso de corrupção investigado pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro", afirma a entidade.

O sindicato informa que já deu início a uma campanha em defesa do emprego, cobrando inclusive dos governos federal, estadual e municipal medidas que barrem o processo de demissão.

"Reafirmamos a reivindicação da categoria, por redução da jornada para 40 horas semanais e estabilidade no emprego", diz na nota.

Em São José dos Campos, onde está instalada a matriz da Embraer, os trabalhadores já aprovaram em assembleia, realizada dia 18 de agosto, um plano de lutas contra as demissões, lembra o sindicato.

"Os trabalhadores defendem que a empresa pare com o processo de transferência de parte da produção para o exterior e que os acionistas arquem com a possível multa de US$ 200 milhões referente ao caso de corrupção investigado pelo Ministério Público Federal do Rio de janeiro", diz a entidade.

Veja também

São Paulo - A Embraer divulgou nesta quinta-feira, 15, o número de adesões ao Plano de Demissão Voluntária (PDV), encerrado na véspera, informa o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região.

Conforme a entidade, 1.470 trabalhadores aderiram ao plano, sendo que deste total entre 600 e 700 são metalúrgicos de São José dos Campos (SP).

Em nota o sindicato, filiado à CSP-Conlutas, diz que mantém seu posicionamento contrário ao PDV.

"As demissões são desnecessárias e fruto da política da desnacionalização da Embraer e do envolvimento da empresa num caso de corrupção investigado pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro", afirma a entidade.

O sindicato informa que já deu início a uma campanha em defesa do emprego, cobrando inclusive dos governos federal, estadual e municipal medidas que barrem o processo de demissão.

"Reafirmamos a reivindicação da categoria, por redução da jornada para 40 horas semanais e estabilidade no emprego", diz na nota.

Em São José dos Campos, onde está instalada a matriz da Embraer, os trabalhadores já aprovaram em assembleia, realizada dia 18 de agosto, um plano de lutas contra as demissões, lembra o sindicato.

"Os trabalhadores defendem que a empresa pare com o processo de transferência de parte da produção para o exterior e que os acionistas arquem com a possível multa de US$ 200 milhões referente ao caso de corrupção investigado pelo Ministério Público Federal do Rio de janeiro", diz a entidade.

Acompanhe tudo sobre:DemissõesDesempregoEmbraerEmpresasEmpresas abertasempresas-de-tecnologiagestao-de-negociosSetor de transporteSindicatos

Mais lidas

exame no whatsapp

Receba as noticias da Exame no seu WhatsApp

Inscreva-se

Mais de Negócios

Mais na Exame