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Empresas do Reino Unido criticam interferência da UE

Grupo de executivos exortou o primeiro-ministro a salvaguardar os interesses britânicos da intromissão da União Europeia


	O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron
 (Francois Lenoir/Reuters)

O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron (Francois Lenoir/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 22 de junho de 2014 às 14h39.

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Londres - Um grupo de executivos de bancos e seguradoras e empreendedores exortou o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, neste domingo a salvaguardar os interesses britânicos da intromissão da União Europeia, em meio a temores de que a influência cada vez menor do Reino Unido em Bruxelas pode prejudicar as companhias nacionais.

Os 54 líderes, que dizem juntos empregar 1 milhão de pessoas, argumentaram em carta enviada ao Sunday Times que a burocracia e os planos da UE de taxar as instituições financeiras "continuarão corroendo a competitividade do Reino Unido em mercados onde tem uma posição global singular".

A carta surge em meio a um acalorado debate no Reino Unido sobre o lugar da nação no bloco.

Os principais partidos políticos têm revisto posições após o avanço do eurocético Partido da Independência do Reino Unido, que defende a saída do país da UE e o fim do direito irrestrito dos cidadãos do bloco de entrar em território britânico.

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