Mundo

Quatro soldados da ONU morrem em explosão de mina no Mali

Outros 15 ficaram feridos quando o comboio em que viajavam atingiu uma mina no norte do Mali


	Mali: forças de paz da ONU continuam a ser alvo de ataques esporádicos
 (ISSOUF SANOGO/AFP/Getty Images)

Mali: forças de paz da ONU continuam a ser alvo de ataques esporádicos (ISSOUF SANOGO/AFP/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 2 de setembro de 2014 às 12h39.

Abidjan - Quatro soldados da ONU foram mortos nesta terça-feira e outros 15 ficaram feridos quando o comboio em que viajavam atingiu uma mina no norte do Mali, disse um porta-voz da missão de paz da ONU no país.

Os militarem tinham deixado uma base da ONU na cidade de Aguelhok e estavam viajando para o sul quando o incidente ocorreu por volta do meio-dia (horário local), cerca de 30 quilômetros ao norte de Kidal, segundo o porta-voz.

Ele informou anteriormente que o comboio estava viajando para o norte de Kidal quando atingiu a mina.

"O total é de quatro mortos e 15 feridos, incluindo seis em estado muito grave", declarou o porta-voz Olivier Salgado à Reuters. "Este é apenas um balanço provisório porque não sabemos o que vai acontecer com os feridos em estado grave." Salgado disse que a missão, conhecida pela sigla Minusma, estava investigando o incidente, mas não tinha como informar por ora quem foi o responsável pelo ataque.

Os soldados faziam parte de um contingente do Chade, disse um funcionário da ONU que pediu para não ser identificado.

As forças de paz da ONU continuam a ser alvo de ataques esporádicos, apesar de uma bem-sucedida intervenção liderada por tropas francesas, no ano passado, ter expulsado militantes islâmicos que se haviam aproveitado de uma revolta separatista para ocupar a desértica região norte do Mali.

Acompanhe tudo sobre:MortesONUMali

Mais de Mundo

Ebola mata 2.184 na RDC em surto com 4.665 casos

Irã confirma presença na cúpula dos Brics em setembro

Terremoto de 7,4 na Colômbia deixa 281 mortos; buscas continuam

'Nações Desunidas': por que o próximo líder da ONU herdará entidade fragmentada