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Croácia diz que não fechará fronteiras para os imigrantes

Até esta pela manhã, a Croácia havia registrado 13.300 imigrantes que haviam chegado ao país desde a quarta-feira

Refugiados chegam a Croácia pela Sérvia: até esta pela manhã, a Croácia havia registrado 13.300 imigrantes que haviam chegado ao país desde a quarta-feira (Reuters / Antonio Bronic)
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Da Redação

Publicado em 18 de setembro de 2015 às 09h22.

Bruxelas - O primeiro-ministro da Croácia , Zoran Milanovic, afirmou que seu país não pode e não irá fechar suas fronteiras, mas redirecionará imigrantes na direção da Hungria e da Eslovênia e também mais para o oeste europeu.

Não estava claro, porém, como seria resolvida a situação, já que Hungria e Eslovênia estão adotando medidas para barrar os imigrantes.

Milanovic disse que a capacidade da Croácia está em seu nível máximo e que as autoridades não podem mais registrar pessoas, de acordo com as regras da União Europeia.

Ele afirmou que o país deixará que as pessoas passem e sugeriu que elas serão transferidas para suas fronteiras, principalmente a fronteira com a Hungria.

"Que mais podemos fazer? Vocês são bem-vindos na Croácia e podem passar através da Croácia. Sigam em frente. Não porque não gostamos de vocês, mas porque esse não é seu destino final", disse o líder croata.

Milhares de imigrantes continuavam chegando à Croácia nesta sexta-feira, apesar do fechamento da maior parte das passagens fronteiriças do país com a Sérvia.

Até a sexta-feira pela manhã, a Croácia havia registrado 13.300 imigrantes que haviam chegado ao país desde a quarta-feira. No fim da quinta-feira, o governo croata bloqueou a maioria das rodovias que levam a postos de imigração, diante do fluxo de pessoas.

A Hungria já começou a construir uma cerca em sua fronteira com a Croácia nesta sexta-feira, para impedir que os imigrantes vindos do país dos Bálcãs cheguem, segundo o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban.

Budapeste enviou centenas de policiais e soldados para a fronteira com a Croácia, para construir a cerca.

Nesta semana, a Eslovênia também introduziu seus próprios controles de fronteira, junto com a Hungria, dizendo que pretendia parar o fluxo de imigrantes vindos da Áustria. O governo esloveno disse que permitir essa passagem violaria a lei nacional e europeia.

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Bruxelas - O primeiro-ministro da Croácia , Zoran Milanovic, afirmou que seu país não pode e não irá fechar suas fronteiras, mas redirecionará imigrantes na direção da Hungria e da Eslovênia e também mais para o oeste europeu.

Não estava claro, porém, como seria resolvida a situação, já que Hungria e Eslovênia estão adotando medidas para barrar os imigrantes.

Milanovic disse que a capacidade da Croácia está em seu nível máximo e que as autoridades não podem mais registrar pessoas, de acordo com as regras da União Europeia.

Ele afirmou que o país deixará que as pessoas passem e sugeriu que elas serão transferidas para suas fronteiras, principalmente a fronteira com a Hungria.

"Que mais podemos fazer? Vocês são bem-vindos na Croácia e podem passar através da Croácia. Sigam em frente. Não porque não gostamos de vocês, mas porque esse não é seu destino final", disse o líder croata.

Milhares de imigrantes continuavam chegando à Croácia nesta sexta-feira, apesar do fechamento da maior parte das passagens fronteiriças do país com a Sérvia.

Até a sexta-feira pela manhã, a Croácia havia registrado 13.300 imigrantes que haviam chegado ao país desde a quarta-feira. No fim da quinta-feira, o governo croata bloqueou a maioria das rodovias que levam a postos de imigração, diante do fluxo de pessoas.

A Hungria já começou a construir uma cerca em sua fronteira com a Croácia nesta sexta-feira, para impedir que os imigrantes vindos do país dos Bálcãs cheguem, segundo o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban.

Budapeste enviou centenas de policiais e soldados para a fronteira com a Croácia, para construir a cerca.

Nesta semana, a Eslovênia também introduziu seus próprios controles de fronteira, junto com a Hungria, dizendo que pretendia parar o fluxo de imigrantes vindos da Áustria. O governo esloveno disse que permitir essa passagem violaria a lei nacional e europeia.

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