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Policial que asfixiou George Floyd é preso sob acusação de assassinato

George Floyd, um homem negro, foi morto na última segunda-feira (25) por um policial branco no estado de Minnesota, num caso que gerou revolta e protestos

Protesto em Minneapolis após assassinato de George Floyd (Carlos Barria/Reuters)

Protesto em Minneapolis após assassinato de George Floyd (Carlos Barria/Reuters)

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Estadão Conteúdo

29 de maio de 2020, 20h22

O policial americano Derek Chauvin que aparece em um vídeo ajoelhando sobre o pescoço de George Floyd, um homem negro algemado que morreu após essa abordagem policial, foi preso nesta sexta-feira, 29, em meio à explosão de protestos e tumultos que tomou várias cidades americanas.

No vídeo, o policial mantém Floyd nessa posição por ao menos cinco minutos, enquanto ele grita: "Não consigo respirar!" antes de morrer.

De acordo com o jornal The New York Times, o policial que matou George Floyd foi preso sob acusação de assassinato. Chauvin, 44 anos, foi acusado de homicídio em terceiro grau e homicídio culposo em segundo grau, anunciou Mike Freeman, o advogado do condado de Hennepin, na sexta-feira à tarde.

Segundo a CBS Minnesota, a prisão foi anunciada pelo comissário do Departamento de Segurança Pública do Estado, John Harrington. Chauvin já havia sido demitido em conexão com a morte ocorrida no dia 25 em Minneapolis. Ele trabalhava na polícia havia 19 anos.

Atenção: vídeo com imagens fortes