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Parlamento paraguaio rejeita que Venezuela assuma Mercosul

A legislação paraguaia considera que o país liderado por Maduro não pode assumir a presidência do Mercosul devido à situação dos direitos humanos

Mercosul: Paraguai é um dos países que se opõem a que a Venezuela assuma a presidência do Mercosul (Norberto Duarte/AFP)
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Da Redação

Publicado em 23 de agosto de 2016 às 14h07.

Caracas - O parlamento do Paraguai manifestou sua rejeição a que a Venezuela assuma a presidência temporária do Mercosul e aos "insultos" que o presidente Nicolás Maduro fez contra seu país, segundo um documento divulgado nesta terça-feira pelo deputado opositor venezuelano Luis Florido.

O político venezuelano postou em seu perfil no Twitter um documento da Câmara dos Deputados do Paraguai que afirma "apoiar as gestões do Poder Executivo, através da Chancelaria Nacional, de desconhecer a autoproclamação da República Bolivariana da Venezuela à presidência pró témpore do Mercosul".

Nesse sentido, o documento que foi assinado pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores do parlamento paraguaio, José María Ibañez Benítez, e pelo secretário desta delegação, Walter Harms, pede aos países-membros do Mercosul (Argentina, Brasil, Uruguai, Venezuela e Paraguai) que definam uma "posição" sobre a situação da Venezuela.

De acordo com o documento, a legislação paraguaia considera que o país liderado por Maduro não pode assumir a presidência do Mercosul devido à situação dos direitos humanos e "às restrições de liberdades individuais (...) que geram instabilidade social e democrática".

A Câmara paraguaia também manifestou sua rejeição às "declarações insultantes e ofensivas do presidente da República Bolivariana da Venezuela" em relação ao país.

O deputado opositor, que também preside a Comissão de Política Externa do parlamento venezuelano, postou esse documento no contexto do "giro pela liberdade", que engloba as viagens que ele está fazendo por vários países do continente, como as visitas recentes a Colômbia e Paraguai.

Florido chegou ao Paraguai no domingo e se reuniu na segunda-feira com o chanceler do país, Eladio Loizaga, para conversar sobre a situação da Venezuela.

O Paraguai é um dos países que se opõem a que a Venezuela assuma a presidência do Mercosul.

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Caracas - O parlamento do Paraguai manifestou sua rejeição a que a Venezuela assuma a presidência temporária do Mercosul e aos "insultos" que o presidente Nicolás Maduro fez contra seu país, segundo um documento divulgado nesta terça-feira pelo deputado opositor venezuelano Luis Florido.

O político venezuelano postou em seu perfil no Twitter um documento da Câmara dos Deputados do Paraguai que afirma "apoiar as gestões do Poder Executivo, através da Chancelaria Nacional, de desconhecer a autoproclamação da República Bolivariana da Venezuela à presidência pró témpore do Mercosul".

Nesse sentido, o documento que foi assinado pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores do parlamento paraguaio, José María Ibañez Benítez, e pelo secretário desta delegação, Walter Harms, pede aos países-membros do Mercosul (Argentina, Brasil, Uruguai, Venezuela e Paraguai) que definam uma "posição" sobre a situação da Venezuela.

De acordo com o documento, a legislação paraguaia considera que o país liderado por Maduro não pode assumir a presidência do Mercosul devido à situação dos direitos humanos e "às restrições de liberdades individuais (...) que geram instabilidade social e democrática".

A Câmara paraguaia também manifestou sua rejeição às "declarações insultantes e ofensivas do presidente da República Bolivariana da Venezuela" em relação ao país.

O deputado opositor, que também preside a Comissão de Política Externa do parlamento venezuelano, postou esse documento no contexto do "giro pela liberdade", que engloba as viagens que ele está fazendo por vários países do continente, como as visitas recentes a Colômbia e Paraguai.

Florido chegou ao Paraguai no domingo e se reuniu na segunda-feira com o chanceler do país, Eladio Loizaga, para conversar sobre a situação da Venezuela.

O Paraguai é um dos países que se opõem a que a Venezuela assuma a presidência do Mercosul.

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