Papa pede resolução de conflitos, em particular na Síria
Bento XVI alertou que o prolongamento da crise acabará gerando mais perdas
Da Redação
Publicado em 7 de janeiro de 2013 às 10h27.
Cidade do Vaticano - O Papa Bento XVI apelou nesta segunda-feira para que se encontre uma solução negociada para conflitos como da Síria , pois, caso contrário, o prolongamento da crise acabará gerando mais perdas.
"Não haverá vencedores, apenas vencidos caso os conflitos se prolonguem, deixando para trás apenas um campo de ruínas", declarou o pontífice no tradicional discurso de início do ano para representantes diplomáticos de 179 países credenciados pela Santa Sé e reunidos na Sala Real do Palácio Pontifício.
Bento XVI evocou o "terrível sofrimento" dos sírios e pediu aos chefes de Estado sensibilidade para fazer com que a ajuda indispensável chegue "de maneira urgente" a fim de enfrentar a grave crise humanitária e voltou a pedir que baixem as armas e que prevaleça um diálogo construtivo o mais rápido possível.
O Santo Padre também mencionou a situação tensa na República Centro-Africana, e pediu que seus governantes evitem que o país caia "nas garras de uma guerra civil".
Cidade do Vaticano - O Papa Bento XVI apelou nesta segunda-feira para que se encontre uma solução negociada para conflitos como da Síria , pois, caso contrário, o prolongamento da crise acabará gerando mais perdas.
"Não haverá vencedores, apenas vencidos caso os conflitos se prolonguem, deixando para trás apenas um campo de ruínas", declarou o pontífice no tradicional discurso de início do ano para representantes diplomáticos de 179 países credenciados pela Santa Sé e reunidos na Sala Real do Palácio Pontifício.
Bento XVI evocou o "terrível sofrimento" dos sírios e pediu aos chefes de Estado sensibilidade para fazer com que a ajuda indispensável chegue "de maneira urgente" a fim de enfrentar a grave crise humanitária e voltou a pedir que baixem as armas e que prevaleça um diálogo construtivo o mais rápido possível.
O Santo Padre também mencionou a situação tensa na República Centro-Africana, e pediu que seus governantes evitem que o país caia "nas garras de uma guerra civil".