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Obama diz que reforma imigratória será prioridade após crise

Presidente, que conquistou a reeleição com apoio dos eleitores latino-americanos, quer reformas que facilitem a situação dos 11 mi de imigrantes ilegais


	Presidente Barack Obama: "Uma vez que estiver resolvido, no dia seguinte, vou pressionar pela realização de uma votação (na Câmara dos Deputados) sobre a reforma da imigração"
 (Jason Reed/Reuters)

Presidente Barack Obama: "Uma vez que estiver resolvido, no dia seguinte, vou pressionar pela realização de uma votação (na Câmara dos Deputados) sobre a reforma da imigração" (Jason Reed/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 16 de outubro de 2013 às 09h02.

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Washington- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse na terça-feira que a reforma da imigração será uma prioridade do governo assim que a crise fiscal for resolvida.

"Uma vez que estiver resolvido, no dia seguinte, vou pressionar pela realização de uma votação (na Câmara dos Deputados) sobre a reforma da imigração", disse Obama à filial de Los Angeles da emissora de TV em espanhol Univisión.

A agenda do presidente foi desviada em seu segundo mandato por um sequência de problemas. A revelação dos programas secretos de vigilância do governo, as armas químicas na Síria e a batalha fiscal que paralisou o governo e ameaça provocar um calote da dívida fizeram com que a reforma da imigração fosse relegada a segundo plano.

Mas Obama, que conquistou a reeleição com o apoio esmagador dos eleitores latino-americanos, mantém a esperança de fazer reformas que facilitem a situação dos 11 milhões de imigrantes ilegais nos EUA.

Em junho, o Senado aprovou uma reforma da imigração, mas os republicanos da Câmara dos Deputados estão divididos sobre a concessão de status legal para aqueles que estão ilegalmente no país, um passo que muitos veem como gratificar infratores.

Obama culpou na terça-feira o presidente da Câmara, John Boehner, por impedir a votação da reforma imigratória.

"Tivemos uma votação forte de democratas e republicanos no Senado", disse. "A única coisa agora que está segurando é, novamente, a falta de disposição do presidente Boehner de colocar em votação o projeto de lei no plenário da Câmara dos Deputados." Boehner alega que o projeto de lei do Senado não passaria na Câmara, e diz que a Casa iria resolver o problema em partes menores, que incluem disposições mais rigorosas a respeito da proteção das fronteiras.

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