Mundo

Dirigente da Otan visita Seul em atmosfera de tensão

Ele se reuniu com chanceler sul-coreano para tratar a situação na região, marcada pelo possível lançamento de mísseis pela Coreia do Norte

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de abril de 2013 às 08h56.

Seul - O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, chegou nesta quinta-feira a Seul, onde se reuniu com o chanceler sul-coreano, Yun Byung-se, para tratar a situação na região, marcada pelo possível lançamento de mísseis pela Coreia do Norte.

No encontro, ambos destacaram a importância que o regime de Pyongyang detenha sua retórica belicista e suas ações provocadoras, detalhou à agência "Yonhap" o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores sul-coreano Cho Tai-young.

Cho explicou também que a visita de três dias de Rasmussen a Coreia do Norte "envia uma mensagem contundente contra os planos nucleares e as ameaças e provocações da Coreia do Norte".

É a primeira visita à península coreana de um secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) desde que o organismo foi fundado, em 1949.

Amanhã, Rasmussen deve se reunir com a presidente sul-coreana, Park Geun-hye, e com o ministro da Defesa, Kim Kwang-jin.

A visita de Fogh Rasmussen, que no sábado irá ao Japão, coincide com a publicação de indícios que apontam a que Pyongyang poderia realizar um teste com pelo menos um míssil balístico de médio alcance nos próximos dias, uma ação que poderia piorar ainda mais a tensão na Ásia oriental.

Esse clima já dura na região desde março, quando o regime de Pyongyang iniciou uma campanha crônica de ameaças contra Coreia do Sul e EUA depois que a ONU ampliou suas sanções econômicas e comerciais à Coreia do Norte por seu último teste nuclear, em fevereiro. 

Acompanhe tudo sobre:Coreia do NorteÁsiaOtanDiplomaciaCoreia do Sul

Mais de Mundo

Zelensky diz que não irá para Davos após ataques russos

Espanha investiga se falha na via causou ou resultou acidente com trens

Incêndios no sul do Chile dixam 20 mortos e avançam para nova região

Otan discute reforço militar na Goenlândia após proposta da Dinamarca