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Cerca de 900 servidores dos EUA assinam memorando contra decreto

Um alto funcionário do Departamento de Estado confirmou que o memorando no "canal de dissidência" do departamento

EUA: a Casa Branca avisou aos diplomatas de carreira que eles deveriam "ficar com o programa ou podem ir" (Jonathan Ernst/Reuters)

EUA: a Casa Branca avisou aos diplomatas de carreira que eles deveriam "ficar com o programa ou podem ir" (Jonathan Ernst/Reuters)

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Reuters

Publicado em 31 de janeiro de 2017 às 21h38.

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Washington - Cerca de 900 funcionários do Departamento de Estado norte-americano assinaram um memorando interno criticando o decreto do presidente Donald Trump de proibir a entrada de refugiados e imigrantes de sete países de maioria muçulmana, disse uma fonte familiarizada com o documento nesta terça-feira.

Um alto funcionário do Departamento de Estado confirmou que o memorando no "canal de dissidência" do departamento havia sido submetido à administração.

O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, disse na segunda que estava ciente do memorando, mas avisou aos diplomatas de carreira que eles deveriam "ficar com o programa ou podem ir".

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