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Ataque de milícia rival mata pelo menos 18 houthis no Iêmen

Os houthis pegaram em armas em setembro após maciços protestos contra o aumento do preço dos combustíveis.

A fonte, que pediu o anonimato, disse que os rebeldes mortos no ataque faziam parte dos reforços que o movimento houthi enviava à frente de Taiz (Taha Saleh/AFP)
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Da Redação

Publicado em 2 de junho de 2015 às 10h56.

Sana - Pelo menos 18 combatentes do movimento rebelde dos houthis morreram nesta terça-feira em um ataque lançado por milicianos leais ao presidente iemenita, Abdo Rabbo Mansour Hadi, no sudoeste do Iêmen .

Uma fonte do grupo houthi informou à Agência Efe que a emboscada foi realizada pela chamada "Resistência Popular" na população da Al Qaeda.

Essa cidade está localizada a 50 quilômetros da cidade de Taiz, que é palco de intensos enfrentamentos entre os houthis e os partidários de Hadi.

A fonte, que pediu o anonimato, disse que os rebeldes mortos no ataque faziam parte dos reforços que o movimento houthi enviava à frente de Taiz.

Os houthis pegaram em armas em setembro após maciços protestos contra o aumento do preço dos combustíveis. Desde então, tomaram o controle da capital Sana, e das principais cidades do norte do país, assim como de várias zonas do sul.

Em 26 de abril, a Arábia Saudita , à frente de uma coalizão de países árabes, declarou a guerra aos houthis para evitar que chegassem à cidade de Áden, a principal do sul.

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Essa cidade está localizada a 50 quilômetros da cidade de Taiz, que é palco de intensos enfrentamentos entre os houthis e os partidários de Hadi.

A fonte, que pediu o anonimato, disse que os rebeldes mortos no ataque faziam parte dos reforços que o movimento houthi enviava à frente de Taiz.

Os houthis pegaram em armas em setembro após maciços protestos contra o aumento do preço dos combustíveis. Desde então, tomaram o controle da capital Sana, e das principais cidades do norte do país, assim como de várias zonas do sul.

Em 26 de abril, a Arábia Saudita , à frente de uma coalizão de países árabes, declarou a guerra aos houthis para evitar que chegassem à cidade de Áden, a principal do sul.

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