Mundo

Agricultor indiano se suicida durante protesto em Nova Délhi

Indiano enforcou-se em meio a um protesto contra polêmica reforma governamental para agilizar compra de terras para a indústria


	Primeiro-ministro indiano, Narendra Modi: segundo ele, nação estava profundamente abalada com a morte do manifestante
 (PRAKASH SINGH/AFP)

Primeiro-ministro indiano, Narendra Modi: segundo ele, nação estava profundamente abalada com a morte do manifestante (PRAKASH SINGH/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de abril de 2015 às 18h51.

Priorizar nos meus resultados Google

Nova Délhi - Um agricultor indiano se enforcou nesta quarta-feira diante de centenas de manifestantes no centro de Nova Délhi em um protesto contra uma polêmica reforma governamental para agilizar a compra de terras para a indústria.

As imagens de tv que mostram o protesto perto do parlamento indiano exibem o agricultor sentado nos galhos de uma árvore antes de se enforcar diante os manifestantes, da polícia e dos meios de comunicação.

O agricultor, pai de três filhos e procedente do árido estado do Rajastan, foi levado para o hospital, onde foi declarado morto.

O primeiro-ministro Narendra Modi afirmou que a nação estava profundamente abalada com a morte do manifestante.

"Em momento algum o agricultor deve achar que está sozinho. Estamos todos juntos criando um amanhã melhor para os agricultores da Índia", afirmou Modi no Twitter.

O governo afirma que o lei de reforma que favorece a compra de terras para a indústria é necessário para acelerar o crescimento econômico, mas o oposição recrimina o texto que prejudica os agricultores.

Acompanhe tudo sobre:Política no BrasilIndústrias em geralAgriculturaTrigoÁsiaProtestosProtestos no mundoMortesÍndiaIndústriaTerras

Mais de Mundo

Índia prende líder das “baratas” em meio a protestos contra revisão eleitoral

Terremoto no Panamá: país registra mais de 100 tremores secundários

Trump chama Nobel da Paz de 'corrupto' após prêmio a Navi Pillay

China coloca indústria europeia contra a parede e ameaça empregos, diz estudo