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7 milhões de iemenitas precisam de ajuda para sobreviver, diz ONU

O Iêmen é palco de um conflito entre os houthis e as forças fiéis ao presidente Hadi, que desde 2015 conta com o respaldo da coalizão árabe

Iêmen: a organização alerta para a deterioração do conflito no país (Brent Stirton/Reportage/Getty Images)

Iêmen: a organização alerta para a deterioração do conflito no país (Brent Stirton/Reportage/Getty Images)

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EFE

Publicado em 25 de outubro de 2017 às 09h42.

Sana - O principal responsável humanitário da ONU, Mark Lowcock, advertiu nesta quarta-feira que a crise humanitária no Iêmen está se deteriorando e que sete milhões de pessoas necessitam de ajuda alimentar para sobreviver.

Em uma coletiva de imprensa em sua chegada ao aeroporto da capital Sana, controlada pelos rebeldes houthis, Lowcock assegurou também que milhões de habitantes do país carecem de serviços básicos como água e saneamento.

"Decidi vir ao Iêmen pela minha grande preocupação com a crise humanitária que segue deteriorando-se", disse Lowcock, que ainda afirmou que "milhões de iemenitas estão à beira da fome".

O máximo responsável humanitário da ONU chegou ontem ao Iêmen em uma visita de três dias e sua primeira escala foi em Aden, segunda maior cidade do país, situada no sul e sede provisória do governo do presidente Abdo Rabu Mansur Hadi, o único reconhecido internacionalmente.

O Iêmen é palco de um conflito entre os houthis e as forças fiéis ao presidente Hadi, que desde 2015 conta com o respaldo da coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita.

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