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Saldão de oferta? Casas Bahia (BHIA3) capta menos que o esperado em follow-on; ação sai a R$ 0,80

Desconto em relação ao preço do último fechamento fica em 28%; taxa para ficar vendido em ações da empresa bateu 114% antes da oferta

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Casas Bahia em dia de Black Friday: ação saiu com desconto de 28% em follow-on (Divulgação/Divulgação)

Casas Bahia em dia de Black Friday: ação saiu com desconto de 28% em follow-on (Divulgação/Divulgação)

O Grupo Casas Bahia (ex-Via, BHIA3) captou menos que o esperado em oferta subsequente de ações (follow-on). A empresa levantou R$ 622,9 milhões, bem abaixo dos R$ 981 milhões almejados pela companhia. A ação saiu por R$ 0,80 cada, 28% abaixo da cotação do último fechamento.

Metade do valor levantado será destinado ao aumento do capital social e a outra metade à formação de uma reserva de capital.

Grandes acionistas tinham manifestado a intenção de exercer os respectivos direitos de prioridade na oferta, entre eles, Michael Klein e os fundos Goldentree e Twinsf. 

Bônus de subscrição

O montante total levantado ainda tem chance de subir para R$ 1,121 bilhão, segundo a companhia. Para isso, no entanto, seria necessário que todas os 622.919.426 bônus de subscrição sejam exercidos. A razão é de 4 bônus de subscrição para cada 5 ações subscritas.

As ações emitidas e os bônus de subscrição passarão a ser negociados a partir de 18 de setembro. O crédito dos bônus na conta de custódia dos subscritores das ações ocorrerá no próximo dia 20.

Aposta contra e receio no mercado

Na véspera da precificação da oferta, a taxa para ficar vendido na ação das casas Bahia ficou em 114% pela média ponderada. No início de agosto, a taxa era abaixo de 10%. A quantidade de ações em aluguel bateu 23,8% do total de ações até então emitidas.

Incertezas sobre a estrutura de capital da Casas Bahia vinha mantendo analistas cautelosos em indicar a compra da ação da empresa. A Via encerrou o segundo trimestre com R$ 875 milhões em caixa, R$ 359 milhões a menos que no mesmo período do ano passado e R$ 1,145 bilhão abaixo do registrado no fim do ano passado. Na comparação anual, a dívida líquida da Via cresceu R$ 440 milhões, considerando recebíveis, para R$ 2,425 bilhões.

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