Mercados

Dólar comercial abre em queda de 0,37% a R$ 1,597

São Paulo - O dólar comercial começou o dia em baixa de 0,37% a R$ 1,597, no mercado interbancário de câmbio. Às 10h05, a moeda norte-americana cedia 0,12%, a R$ 1,601. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista valia R$ 1,60, com desvalorização de 0,41%. Em época de volatilidade e incertezas, […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de agosto de 2011 às 10h18.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O dólar comercial começou o dia em baixa de 0,37% a R$ 1,597, no mercado interbancário de câmbio. Às 10h05, a moeda norte-americana cedia 0,12%, a R$ 1,601. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista valia R$ 1,60, com desvalorização de 0,41%.

Em época de volatilidade e incertezas, os dados não tão ruins quanto o temido na atividade econômica europeia e chinesa e a interpretação de que o gigante asiático não mexerá nos juros, tirada em cima do fato de o Banco do Povo da China ter mantido o yield (rendimento para o investidor) de suas notas de um ano inalterado na operação regular de mercado aberto, servem de alento aos mercados. Assim, hoje é dia de alta na confiança e queda generalizada do dólar. Ganham os ativos de risco, entre eles, o real.

Na França, o crescimento do setor privado acelerou-se em agosto, com um aumento inesperado da atividade no setor de serviços (56,1 em agosto, de 54,2 em julho), que compensou uma contração maior do que a esperada na atividade manufatureira (49,3 em agosto, de 50,5 anterior).

Já na Alemanha, a economia desacelerou-se ainda mais em agosto, com o menor ritmo de crescimento da atividade empresarial em mais de dois anos. A leitura preliminar do PMI caiu para 51,3 em agosto, de 52,5 em julho. Mas o número acima de 50 indica crescimento e o setor industrial apresentou crescimento estável, com leitura de 52,0, desafiando as expectativas de economistas.

No que se refere à China, os investidores avaliam que ao manter o yield em leilão de títulos hoje, o banco central do país diminuiu as possibilidades de que haja uma nova alta de juros no curto prazo por lá.

Acompanhe tudo sobre:CâmbioDólarMoedas

Mais de Mercados

Ibovespa reage com Petrobras e bancos após três quedas seguidas; dólar cai

Tesla mostra carro voador após promessa de 10 anos. Ação pode decolar junto?

Somos os mais preparados para capturar vendas da Casas Bahia, diz VP do Magalu

Prévia do PIB, inflação na Europa e produção industrial dos EUA: o que move os mercados