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Braskem (BRKM5): ação cai no Ibovespa após rompimento de mina em Maceió

Local vinha sendo monitorado desde o final de novembro, quando a Defesa Civil da cidade alertou para risco iminente de colapso

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Mina da Braskem em Maceió: empresa afirmou que o local do rompimento estava 100% desocupado desde abril de 2020 (ROBSON BARBOSA/AFP/Getty Images)

Mina da Braskem em Maceió: empresa afirmou que o local do rompimento estava 100% desocupado desde abril de 2020 (ROBSON BARBOSA/AFP/Getty Images)

As ações da Braskem (BRKM5) ficam entre as principais baixas do Ibovespa nesta segunda-feira, 11, após rompimento de uma das minas operadas pela Braskem para extração de sal-gema em Maceió (AL). O rompimento ocorreu no domingo, 10, no bairro Mutange, onde está localizada a mina 18 da empresa.

O local vinha sendo monitorado desde o final de novembro, quando a Defesa Civil de Maceió alertou para o risco iminente de colapso. O rompimento não deixou feridos e está desocupado segundo a Defesa Civil.

Impacto nas ações da Braskem (BRKM5)

Desde o dia 29 de novembro, quando foi emitido o alerta para a mina 18, as ações da Braskem (BRKM5) caíram de R$ 20,45 para a casa dos R$ 17, uma baixa em torno de 17%.

Por volta das 16h, os papéis da empresa eram negociados em queda de 4,6% e ficavam entre as maiores baixas do Ibovespa no dia.

Situação da mina 18

As áreas adjacentes, das demais minas, seguem sem indícios de instabilidade, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME). "O evento ocorreu após um aumento na velocidade de subsidência do solo nas últimas 48 horas", disse o MME, no domingo.

"Dados da Rede Sismográfica, operada pelo SGB, apontam que dois sismos positivos de pequena magnitude ocorreram horas antes do colapso. De acordo com os especialistas, a expectativa é de que a situação na região se acomode."

O que disse a Braskem (BRKM5)?

Em nota, a Braskem afirmou que o local estava 100% desocupado desde abril de 2020, e seguia sob monitoramento constante. A empresa paralisou suas atividades na Área de Resguardo, em decorrência das movimentações de solo atípicas na região.

Ainda segundo a corporação, foram provisionados R$ 14,4 bilhões para indenizações, dos quais 4,4 bilhões já foram pagos a moradores e comerciantes da região. Além disso, foi disponibilizado apoio psicológico, cuidado com animais de estimação, suporte para regularização de documentos e mudança.

*Com agências

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