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5 bilionários que mais perderam dinheiro em 2022

Pressionados por taxas de juros e inflação mais altas, gigantes da tecnologia viram suas fortunas serem reduzidas no ano

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Elon Musk: o homem que mais perdeu dinheiro em 2022 (Win McNamee/Getty Images)

Elon Musk: o homem que mais perdeu dinheiro em 2022 (Win McNamee/Getty Images)

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Guilherme Guilherme

Publicado em 17 de dezembro de 2022 às, 08h30.

As altas das taxas de juros e inflação cobraram um preço alto neste ano, provocando perdas trilionárias nos mercados financeiros. Dos 500 mais ricos do mundo, cerca de 70% irão começar 2023 com menos dinheiro do que iniciaram 2022, segundo ranking da Bloomberg. Veja quem mais perdeu dinheiro.

1. Elon Musk

Elon Musk, CEO da Tesla (TLSA34)

Elon Musk, CEO da Tesla (CARINA JOHANSEN/Getty Images)

Perda estimada: US$ 110 bilhões

Fortuna atual: US$ 161 bilhões

Posição no ranking da Bloomberg:

Embora tenha completado o desejo de comprar o Twitter, o ano passou longe de ter sido positivo para Elon Musk. O bilionário pop, viu sua fortuna cair de US$ 271 bilhões para US$ 161 bilhões. Em reais, as perda supera R$ 550 bilhões. A queda foi puxada principalmente pelas ações da Tesla, que acumulam desvalorização de 55% no ano. Com a depreciação dos papéis e venda de participação na companhia, a Tesla também deixou de ser a maior parte do portfólio de Musk, segundo a Bloomberg, passando a representar cerca de 35% da carteira. A proporção é semalhante à participação da SpaceX, que representa 30% no portfólio do bilionário. Já sua Twitter representa cerca de 12% de sua fortuna.

2. Changpeng Zhao

Changpeng Zhao, CEO da Binance

Changpeng Zhao, CEO da Binance (Bloomberg)

Perda estimada: US$ 82,4 bilhões

Fortuna atual: US$ 13,5 bilhões

Posição no ranking da Bloomberg: 126º

Ninguém perdeu mais dinheiro com a derrocada das criptomoedas neste ano do que Changpeng Zhao, fudandor da Binance, a maior corretora de criptoativos do mundo. Com toda fortuna atrelada à sua participação na corretora de criptoativos, Zhao viu o valor de seu negócio desabar 85% no ano, com sua participação sendo reduzida a US$ 13,5 bilhões.

3. Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg. CEO da Meta (Drew Angerer/Getty Images)

Perda estimada: US$ 81,3 bilhões

Fortuna atual: US$ 44,2 bilhões

Posição no ranking da Bloomberg: 25º

Mark Zuckerberg, CEO da maior empresa de redes sociais do mundo perdeu mais da metade de sua fortuna, com a desvalorização das ações da Meta chegando a superar 60% no ano. Além do ambiente mais hostil aos papéis de tecnolgia, Zuckerberg enfrentou crise de desconfiança sobre seu modelo de negócio. Além de estar cada vez mais voltada a projetos envolvendo o metaverso, sua principal rede social, o Facebook, registrou a primeira queda de usuários ativos de sua história -- corroborando para a perda de mercado da companhia

4. Jeff Bezos

Jeff Bezos, fundador da Amazon (David Ryder/Getty Images)

Perda estimada: US$ 80,7 bilhões

Fortuna atual: US$ 112 bilhões

Posição no ranking da Bloomberg:

Jeff Bezos, que já foi o homem mais rico do mundo, ocupa hoje "apenas" a quinta colocação do ranking da Bloomberg e caminha para fechar o ano com mais de US$ 80 bilhões em perdas. A queda da fortuna é atrelada à desvalorização da Amazon, em que Bezos ainda tem cerca de 10% das ações. Além da participação na varejista, o bilionário ainda tem, segundo a Bloomberg, US$ 9,15 bilhões em sua empresa de exploração espacial Blue Origin mais US$ 14,4 bilhões em dinheiro vivo.

5. Larry Page e Sergey Brin

Sergey Brin e Larry Page

Larry Page (esq.) e Sergey Brin (Jacob Silberberg/Reuters)

Perda estimada: US$ 43,3 bilhões (Page), US$ 42,1 bilhões (Brin)

Fortuna atual: US$ 85,1 bilhões (Page), US$ 81,4 bilhões (Brin)

Posição no ranking da Bloomberg: 10º (Page), 11º(Brin)

Fundadores e maiores acionistas da Alphabet, Larry Page e Sergey Brin acumulam perdas de US$ 80 bilhões no ano. Com fatias semelhantes na companhia, hoje tocada pelo CEO Sundar Pichai, cada um perdeu cerca de US$ 40 bilhões, com a depreciação da dona do Google. Apesar das perdas, ambos seguem entre os mais ricos do mundo, com Page ocupando a 10ª posição do ranking da Bloomberg e Brin, a 11ª.

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