Inteligência Artificial

Patrocinado por:

logo-totvs-preto

O diferencial competitivo das empresas não é usar IA, mas saber implementá-la, afirma especialista

A adoção da inteligência artificial avança nas empresas, mas transformar produtividade individual em resultados para o negócio continua sendo um dos principais desafios da tecnologia

O diferencial competitivo das empresas não é usar IA, mas saber implementá-la, afirma especialista (Magnific/Reprodução)

O diferencial competitivo das empresas não é usar IA, mas saber implementá-la, afirma especialista (Magnific/Reprodução)

Publicado em 5 de agosto de 2026 às 15h23.

Priorizar nos meus resultados Google
Tudo sobrePré-MBA em IA
Saiba mais

Nos últimos dois anos, ferramentas de inteligência artificial generativa passaram a fazer parte da rotina de profissionais de diferentes áreas. Modelos capazes de produzir textos, imagens, códigos e apresentações reduziram o tempo gasto em tarefas operacionais e ampliaram a produtividade individual

Esse movimento levou muitas empresas a incentivar o uso dessas plataformas entre funcionários. No entanto, uma nova questão começa a ganhar espaço nas organizações: por que ganhos individuais de produtividade nem sempre se traduzem em resultados para o negócio?

Levantamentos da consultoria McKinsey mostram que a maioria das empresas já utiliza IA em pelo menos uma função corporativa. Apesar disso, apenas uma parcela menor conseguiu escalar a tecnologia para gerar impacto relevante em indicadores financeiros ou criar novas fontes de valor.

Inscreva-se no Pré-MBA em IA da Saint Paul e EXAME por R$ 37 e aprenda a transformar o uso da IA em estratégia de negócio.

O que é o "abismo da tecnologia" nas empresas

Especialistas têm chamado esse desafio de "abismo da tecnologia": um cenário em que profissionais utilizam IA para executar tarefas com mais rapidez, enquanto a empresa continua operando com processos, estruturas e modelos de gestão praticamente inalterados.

Na prática, a organização passa a ter funcionários mais produtivos, mas não necessariamente mais eficiente como um todo. Processos continuam fragmentados, áreas trabalham de forma isolada e decisões seguem baseadas em modelos tradicionais.

Esse cenário marca uma mudança de foco. Se, no início da popularização da IA generativa, a preocupação estava em aprender comandos, explorar ferramentas e automatizar atividades pontuais, agora o desafio é redesenhar processos e incorporar a tecnologia à estratégia da empresa.

Segundo Adriano Mussa, Reitor, Diretor Acadêmico e de Inteligência Artificial da Saint Paul Escola de Negócios, dominar apenas as ferramentas deixou de ser suficiente.

"As ferramentas evoluem, só que a base é a mesma. Ao estudar IA, você aprende não só os fundamentos, mas como aplicar esse conhecimento em diferentes áreas de negócio, como marketing, finanças, direito, saúde ou agronegócio. Cada contexto exige aplicações diferentes, e isso depende de uma formação mais estruturada."

Quando a IA deixa de automatizar tarefas e passa a transformar processos

A diferença entre usar IA e gerar impacto aparece na forma como ela é incorporada às operações.

Em uma central de atendimento, por exemplo, um chatbot pode reduzir o tempo de resposta ao cliente. Mas, quando integrado aos sistemas da empresa, ele também pode identificar padrões de demanda, antecipar picos de atendimento e apoiar o planejamento das equipes.

Na área financeira, a tecnologia vai além da automação de planilhas. Modelos de IA conseguem combinar dados internos e informações de mercado para apoiar projeções, identificar riscos e oferecer subsídios para decisões estratégicas.

O avanço da estratégia AI First

Esse movimento impulsionou o conceito de AI First, abordagem em que a inteligência artificial deixa de ser apenas uma ferramenta de apoio e passa a orientar o desenho de processos, produtos e modelos operacionais.

A mudança, porém, não depende apenas da tecnologia. Pesquisas do Gartner apontam que desafios como cultura organizacional, governança e gestão da mudança continuam entre os principais obstáculos para ampliar o uso da IA nas empresas.

Garanta sua vaga no Pré-MBA em IA da Saint Paul e EXAME por R$ 37 e aprenda como aplicar esses conceitos na prática.

O profissional que conecta IA e estratégia

Ao passo em que as empresas avançam na adoção da tecnologia, cresce também a demanda por profissionais capazes de liderar sua implementação.

Esse perfil não precisa, necessariamente, desenvolver algoritmos ou programar modelos de IA. Sua principal função é identificar oportunidades de aplicação, redesenhar processos, selecionar soluções adequadas, estabelecer critérios de governança e garantir que a tecnologia esteja alinhada aos objetivos do negócio.

Para Mussa, o diferencial competitivo está menos no domínio técnico das ferramentas e mais na capacidade de resolver problemas concretos.

Você precisa resolver problemas. Tem que resolver uma dor, que é o que todas as organizações e o mercado estão esperando.

O que passa a diferenciar os profissionais

O que passa a distinguir profissionais é a capacidade de transformar a tecnologia em ganhos reais para a organização, conectando IA, estratégia, governança e resultados de negócio. Esse conjunto de competências tende a ganhar cada vez mais espaço à medida que as empresas avançam da experimentação para a adoção em escala.

Acesse o Pré-MBA em IA da Saint Paul e EXAME por R$ 37 e desenvolva as competências necessárias para liderar essa transformação.

Acompanhe tudo sobre:Branded Marketing IAInteligência artificial

Mais de Inteligência Artificial

Prompt engineering para iniciantes: 15 prompts que resolvem problemas reais

Como criar um assistente de IA no WhatsApp para atender clientes

Estas são as melhores IAs para criar imagens profissionais sem ser designer

IA pode agir como gente. Por que ainda resistimos a dizer que ela tem consciência?