Operadora usa blockchain e NFTs para fortalecer relação com clientes

A Nomo, nova operadora digital, presenteou o cliente e embaixador da marca Vinicius Souza com seu próprio NFT, evidenciando o papel do blockchain nas relações entre empresa e consumidor
A ação de marketing, feita pelo LinkedIn, aconteceu após reclamações na rede social (Nomo/Reprodução)
A ação de marketing, feita pelo LinkedIn, aconteceu após reclamações na rede social (Nomo/Reprodução)
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Gabriel MarquesPublicado em 19/03/2022 às 20:48.

Com apenas quatro meses de mercado, a Nomo, operadora digital, procura se destacar pela forma como se relaciona com o consumidor. Em uma jogada de marketing, a empresa criou um NFT com o avatar de um cliente insatisfeito de uma empresa concorrente e o tornou embaixador da marca. Em entrevista para a EXAME, Henrique Garrido, CEO e cofundador da Nomo explicou mais sobre a ação e sobre qual é o papel do blockchain no relacionamento com o cliente.

A ação de marketing, feita pelo LinkedIn, aconteceu após Vinicius Souza, analista em uma empresa de soluções para compradores e fornecedores, compartilhar em seu perfil na rede social “Vocês tão falando de metaverso, mas a maior empresa de telefonia do Brasil ainda exige que você ligue para eles para fazer um simples cancelamento”. A postagem viralizou e chamou a atenção de Garrido. Sabendo que Souza se interessava por criptoativos, a Nomo quis mostrar que seus serviços vão de encontro com a personalização da experiência dos clientes, diz Garrido.

(Mynt/Divulgação)

O executivo também é entusiasta dos ativos digitais. “Eu, inclusive, tenho alguns investimentos como anjo. O último deles foi inclusive em uma empresa de jogos e NFTs para aprender cada vez mais sobre o assunto, justamente porque acreditamos e apostamos forte nessas tendências de mercado”, afirmou.

“Somos uma empresa de tecnologia, mas nossa visão sobre o blockchain é que ainda há muito mis discussão sobre o tema do que aplicação. A ideia da descentralização, ou mesmo veracidade das informações, são assuntos que a gente adora olhar, ainda mais na era de privacidade e abundância de dados”, comentou o executivo. “À medida que os casos de uso (do blockchain) começarem a aparecer, com certeza vamos querer estar entre os primeiros a explorar”, finalizou.

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