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CEO da General Motors diz que companhia pode começar a aceitar bitcoin

Mary Barra diz em entrevista que 'nada impede a empresa de começar a aceitar bitcoin' e que pode começar a fazer isso caso haja demanda dos clientes

Logo da General Motors na sede da empresa, em Detroit (EUA) 25/08/2009 REUTERS/Jeff Kowalsky (Jeff Kowalsky/Reuters)
GR

Gabriel Rubinsteinn

Publicado em 17 de junho de 2021 às 15h44.

Enquanto a Tesla voltou atrás na decisão de aceitar bitcoin como método de pagamento devido ao impacto ambiental provocado pela mineração da criptomoeda, a General Motors ( GM ) pode fazer o caminho oposto. Pelo menos é isso que indicou a CEO da companhia, Mary Barra, em entrevista à CNBC.

"Não há nada que nos impeça de fazer isso. Seremos guiados por nossos clientes", disse a executiva, quando questionada sobre a possibilidade. Segunda ela, a GM quer tornar a experiência de compra e posse dos veículos da marca "a mais fácil possível".

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Apesar de ter voltado atrás na decisão sobre aceitar bitcoin como pagamento, a Tesla ainda pode voltar a usar a criptomoeda em breve. Segundo Elon Musk, a companhia deverá fazer isso assim que "houver uma confirmação do uso razoável de energia limpa pelos mineradores".

O impacto ambiental do bitcoin é motivo de polêmica. O alto consumo energético necessário para a atividade de mineração da criptomoeda é visto por alguns ambientalistas com um problema, já que grande parte dessa energia vem de combustíveis fósseis.

Ao mesmo tempo, os defensores da criptomoeda argumentam que, em comparação com o consumo energético global, os mineradores já utilizam muito mais energia limpa do que outras atividades - pesquisadores do Centro de Finanças Alternativas da Universidade de Cambridge, por exemplo, estimam que cerca de 40% da energia usada pela rede Bitcoin vem de fontes renováveis, enquanto a matriz global utiliza apenas 25%. Além disso, os entusiastas do bitcoin afirmam que a mineração da criptomoeda pode estimular o desenvolvimento de novas geradores de energia limpa.

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