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A Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunications, ou SWIFT, é atualmente o principal canal para a realização de transações bancárias de um país para o outro, mas a plataforma tem buscado uma forma de agilizar, baratear e aumentar o acesso ao seu serviço. Uma opção que avançou nos últimos dias se baseia nas moedas digitais de bancos centrais (CBDCS, na sigla em inglês).

De acordo com um comunicado da rede de pagamentos divulgado na última quinta-feira, 9, a instituição financeira testemunhou resultados positivos relacionados ao seu teste piloto para criar um sistema capaz de vincular diferentes CBDCs, o que pode, no futuro, incluir a versão brasileira dessa tecnologia, o Real Digital.

Durante um período de teste de 12 semanas, a SWIFT simulou quase 5 mil transações entre duas redes blockchain diferentes e sistemas de pagamento fiduciários existentes. Mais de 18 instituições financeiras em todo o mundo participaram do estudo, incluindo Royal Bank of Canada, Banque de France, Société Générale, BNP Paribas, Monetary Authority of Singapore, HSBC, Deutsche Bundesbank, NatWest e muito mais.

Segundo a instituição, “no geral, os resultados do teste de sandbox descobriram que a solução experimental de interligação da Swift pode atender às necessidades dos bancos centrais e comerciais para interoperabilidade de CBDCs, garantindo que as CBDCs possam ser usadas com sucesso em pagamentos internacionais".

Além disso, a instituição disse que havia um “forte grau de alinhamento” entre os participantes sobre como as CBDCs provavelmente funcionarão no futuro. Para as próximas etapas, a SWIFT planeja executar uma segunda fase da sua iniciativa de testes e desenvolver sua “solução de interligação de CBDCs em uma versão beta para pagamentos com atomicidade aprimorada”.

Nos próximos anos, o OMFIF Digital Monetary Institute espera que 24% dos bancos centrais desenvolvam uma solução CBDC. Mais de 110 bancos centrais em todo o mundo estão atualmente investigando os casos de uso de CBDCs.

Lewis Sun, chefe global de pagamentos domésticos e emergentes do banco HSBC, comentou que “a interoperabilidade é a chave para perceber o potencial das CBDCs para entregar pagamentos transfronteiriços em tempo real. Embora o interesse pelas CBDCs esteja crescendo, também aumenta o risco de fragmentação, à medida que uma gama cada vez maior de tecnologias e padrões está sendo experimentada”.

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