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Brasil aporta R$ 13,5 milhões e segue recuperação global dos fundos de criptomoedas

Investidores nacionais mantêm entradas líquidas pela terceira semana consecutiva de otimismo dos ETPs cripto, apesar das incertezas geopolíticas

 (SOPA Images/Getty Images)

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Cointelegraph
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Agência de notícias

Publicado em 16 de março de 2026 às 11h30.

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Investidores do Brasil aportaram líquidos US$ 2,5 milhões, R$ 13,5 milhões, em fundos de criptomoedas no acumulado semanal de sexta-feira, 13, segundo a CoinShares.

De acordo com a gestora de criptomoedas, o período registrou US$ 1,06 bilhão em entradas líquidas e marcou a terceira semana consecutiva no azul dos produtos negociados em bolsa (ETPs) baseados em criptomoedas, apesar das incertezas geopolíticas ocasionadas pelo acirramento dos conflitos de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Segundo a CoinShares, os fundos de criptomoedas acumularam aumento de 9,4% desde o início dos bombardeios, representando US$ 140 bilhões em entradas líquidas.

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Regionalmente, o monitoramento mostrou que a pressão compradora foi liderada pelos EUA em líquidos US$ 1,02 bilhão. Além do Brasil, Hong Kong, Canadá e Austrália foram na mesma direção ao registrarem depósitos líquidos de US$ 23,1 milhões, US$ 19,4 milhões e US$ 10,4 milhões, respectivamente. Itália e Nova Zelândia, além de outros países, também registraram leve pressão compradora.

Em direção contrária, a Alemanha apresentou o maior volume de saques semanais de fundos de criptomoedas, US$ 17,1 milhões líquidos. Suécia e Holanda apresentaram recuos em menor volume, por respectivas saídas líquidas de US$ 500 mil e US$ 200 mil.

Em relação ao Brasil, o relatório destacou que o país da América do Sul registrou avanço líquido mensal e anual sobre os fundos de criptomoedas, em respectivos US$ 3,7 milhões e US$ 51 milhões. Por outro lado, o país caminhou de lado ao registrar US$ 1,14 bilhão em total de ativos sob gestão (AuM, na sigla em inglês), montante que manteve o Brasil na sexta posição global.

Nesse caso, EUA, Alemanha, Canadá, Suíça, Suécia, Ilhas Cayman, Hong Kong, Austrália, Holanda, Luxemburgo e França registraram respectivos AuM de US$ 116,39 bilhões, US$ 6,08 bilhões, US$ 5,33 bilhões, US$ 4,78 bilhões, US$ 2,3 bilhões, US$ 864 milhões, US$ 653 milhões, US$ 471 milhões, US$ 128 milhões, US$ 104 milhões e US$ 86 milhões. Já o AuM global fechou a semana em US$ 139,81 bilhões enquanto outros países chegaram a US$ 1,42 bilhão.

A aferição direcionada aos criptoativos mostrou que os maiores volumes de entradas líquidas semanais foram de ETPs de bitcoin, ether, Short Bitcoin, Sui, Chainlink e cestas multiativos, enquanto fundos de outros criptoativos somaram líquidos US$ 3,3 milhões. Pelo contrário, o movimento de retiradas foi liderado por fundos em e Litecoin, por respectivas saídas líquidas de US$ 76,1 milhões e US$ 300 mil.

Por fundos cripto, os principais volumes de investimentos líquidos semanais foram dos iShares (de BTC e de ETH) da BlackRock, Fidelity e Bitwise, por respectivas entradas líquidas de US$ 790 milhões, US$ 247 milhões e US$ 25 milhões, enquanto outros fundos totalizaram US$ 62 milhões em entradas líquidas semanais. Em direção oposta, as maiores saídas líquidas no período foram do ProFunds, CoinShares e Grayscale, respectivamente de US$ 41 milhões, US$ 13 milhões e US$ 8 milhões.

Na semana anterior, os investidores nacionais desaceleraram, mas seguiram a recuperação global dos fundos de criptomoedas.

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