Sofia Manzano

Professora e economista, Sofia Manzano representa a candidatura do Partido Comunista Brasileiro (PCB)
 (PCB/Divulgação)
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Por Da RedaçãoPublicado em 15/05/2022 08:00 | Última atualização em 19/05/2022 18:38Tempo de Leitura: 2 min de leitura

Nome: Sofia Pádua Manzano
Vice: não nomeado
Partido: PCB
Idade: 50 anos
Data de nascimento: 19/05/1971
Ocupação: professora e economista
Grau de instrução: superior completo
Estado civil: casada
Município de nascimento: São Paulo (SP)

Resumo da pré-candidata

Sofia Manzano é a candidata do Partido Comunista Brasileiro à Presidência nas eleições 2022, após o partido não ter tido candidatura presidencial no pleito de 2018. Nas eleições de 2014, Manzano também foi candidata a vice na chapa pura com Mauro Iasi (PCB).

Formada em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, Manzano é mestra em Desenvolvimento Econômico pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutora em História Econômica pela Universidade de São Paulo (USP). Embora tenha construído boa parte da carreira política e estudos em São Paulo, a economista e a família vivem na Bahia há nove anos, onde Manzano é atualmente professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).

A carreira política da candidata começou durante o período de redemocratização do Brasil. Ela se filiou ao Partido Comunista em 1989, ainda aos 17 anos. Nos anos 1990, presidiu a União da Juventude Comunista (UJC), além de atuar no movimento estudantil na PUC-SP. Ao anunciar a candidatura presidencial, o PCB classificou Manzano como “uma alternativa de esquerda para a crise brasileira e se propõe a qualificar o debate sobre uma saída popular para os graves problemas que afligem os (as) trabalhadores (as), a juventude e a população em geral”.

Entre as propostas da chapa já divulgadas estão aumento do salário mínimo, redução da jornada de trabalho, reestatização de estatais privatizadas e ampliação dos serviços públicos. Na campanha, o PCB esbarrará na falta de conhecimento dos eleitores sobre sua candidata e no ainda baixo percentual de intenções de voto do partido, que não conseguiu eleger deputados federais nas últimas eleições.